Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, fraudaram cidadãos americanos, incitaram violência ou representaram riscos à segurança nacional.

De acordo com o departamento, a maioria das revogações ocorreu após os estrangeiros terem tido algum tipo de contato com a polícia. Entre os principais motivos apontados estão acusações ou condenações relacionadas a agressão, direção sob efeito de álcool ou drogas, roubo e crimes envolvendo drogas.

O governo americano também citou casos específicos, incluindo uma pessoa acusada de estupro e agressão sexual, outra acusada de sequestro e tráfico de pessoas, além de um estrangeiro que responde a mais de uma dúzia de acusações relacionadas à posse de material de abuso sexual infantil.

As autoridades também afirmaram ter cancelado vistos de estrangeiros que comemoraram publicamente o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Entre os casos mencionados está o de uma pessoa que declarou que Kirk “morreu tarde demais”.

Endurecimento da política migratória

A revogação dos vistos faz parte de uma política mais ampla de endurecimento da imigração adotada pelo governo Trump desde o início do novo mandato. A administração americana vem ampliando medidas para restringir a entrada e a permanência de estrangeiros no país.

No fim de julho, o Departamento de Estado anunciou a transformação em permanente de um programa que permite a cobrança de uma caução de até US$ 20 mil de determinados solicitantes de vistos.


Leia mais

Lula prepara “resposta” a Trump com dados sobre desmatamento na Amazônia

Nova regra de vistos dos EUA prevê caução de US$ 10 mil a US$ 20 mil


A medida vale para cidadãos de 50 países, principalmente da África, e está direcionada aos vistos de negócios e turismo, das categorias B1 e B2. Segundo o governo americano, o objetivo é reduzir os casos de permanência irregular nos Estados Unidos.

Pelas novas regras, funcionários consulares podem determinar que determinados solicitantes depositem uma garantia financeira de até US$ 20 mil como condição para a emissão do visto. O Brasil não está entre os países incluídos no programa.

Países sujeitos à caução

A lista divulgada pelo governo dos Estados Unidos inclui países como Angola, Cabo Verde, Cuba, Etiópia, Moçambique, Nigéria, Venezuela, Zâmbia e Zimbábue, entre outros. A medida também alcança Bangladesh, Benin, Botsuana, Burundi, Camboja, Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné-Bissau, Nepal, Nicarágua, Tanzânia, Uganda e Vanuatu.

O valor da caução não é automático para todos os solicitantes. Os funcionários consulares poderão determinar individualmente a necessidade de pagamento, com limite de até US$ 20 mil.

Governo cita risco de permanência irregular

Segundo o Departamento de Estado, relatórios federais apontam que milhares de visitantes temporários permanecem nos Estados Unidos mesmo após o vencimento do período autorizado. O governo afirma que a caução é uma ferramenta para incentivar os viajantes a deixarem o país dentro do prazo estabelecido pelas autoridades migratórias.

A política é direcionada especialmente a países que, segundo os Estados Unidos, apresentam taxas elevadas de permanência irregular, problemas no compartilhamento de informações, dificuldades na verificação de identidade e antecedentes criminais, além de deficiências nos sistemas de segurança documental e emissão de cidadania.

Com as novas medidas, a administração Trump amplia a fiscalização sobre estrangeiros que já estão nos Estados Unidos e também sobre pessoas que pretendem obter autorização para entrar no país.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo do presidente Donald Trump. Segundo o órgão, as medidas atingiram pessoas que violaram as condições dos vistos, cometeram crimes, fraudaram cidadãos americanos, incitaram violência ou representaram riscos à segurança nacional.

De acordo com o departamento, a maioria das revogações ocorreu após os estrangeiros terem tido algum tipo de contato com a polícia. Entre os principais motivos apontados estão acusações ou condenações relacionadas a agressão, direção sob efeito de álcool ou drogas, roubo e crimes envolvendo drogas.

O governo americano também citou casos específicos, incluindo uma pessoa acusada de estupro e agressão sexual, outra acusada de sequestro e tráfico de pessoas, além de um estrangeiro que responde a mais de uma dúzia de acusações relacionadas à posse de material de abuso sexual infantil.

As autoridades também afirmaram ter cancelado vistos de estrangeiros que comemoraram publicamente o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk. Entre os casos mencionados está o de uma pessoa que declarou que Kirk “morreu tarde demais”.

Endurecimento da política migratória

A revogação dos vistos faz parte de uma política mais ampla de endurecimento da imigração adotada pelo governo Trump desde o início do novo mandato. A administração americana vem ampliando medidas para restringir a entrada e a permanência de estrangeiros no país.

No fim de julho, o Departamento de Estado anunciou a transformação em permanente de um programa que permite a cobrança de uma caução de até US$ 20 mil de determinados solicitantes de vistos.


Leia mais

Lula prepara “resposta” a Trump com dados sobre desmatamento na Amazônia

Nova regra de vistos dos EUA prevê caução de US$ 10 mil a US$ 20 mil


A medida vale para cidadãos de 50 países, principalmente da África, e está direcionada aos vistos de negócios e turismo, das categorias B1 e B2. Segundo o governo americano, o objetivo é reduzir os casos de permanência irregular nos Estados Unidos.

Pelas novas regras, funcionários consulares podem determinar que determinados solicitantes depositem uma garantia financeira de até US$ 20 mil como condição para a emissão do visto. O Brasil não está entre os países incluídos no programa.

Países sujeitos à caução

A lista divulgada pelo governo dos Estados Unidos inclui países como Angola, Cabo Verde, Cuba, Etiópia, Moçambique, Nigéria, Venezuela, Zâmbia e Zimbábue, entre outros. A medida também alcança Bangladesh, Benin, Botsuana, Burundi, Camboja, Costa do Marfim, Gâmbia, Guiné-Bissau, Nepal, Nicarágua, Tanzânia, Uganda e Vanuatu.

O valor da caução não é automático para todos os solicitantes. Os funcionários consulares poderão determinar individualmente a necessidade de pagamento, com limite de até US$ 20 mil.

Governo cita risco de permanência irregular

Segundo o Departamento de Estado, relatórios federais apontam que milhares de visitantes temporários permanecem nos Estados Unidos mesmo após o vencimento do período autorizado. O governo afirma que a caução é uma ferramenta para incentivar os viajantes a deixarem o país dentro do prazo estabelecido pelas autoridades migratórias.

A política é direcionada especialmente a países que, segundo os Estados Unidos, apresentam taxas elevadas de permanência irregular, problemas no compartilhamento de informações, dificuldades na verificação de identidade e antecedentes criminais, além de deficiências nos sistemas de segurança documental e emissão de cidadania.

Com as novas medidas, a administração Trump amplia a fiscalização sobre estrangeiros que já estão nos Estados Unidos e também sobre pessoas que pretendem obter autorização para entrar no país.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....

Novo pede ao TSE inelegibilidade de Lula por desfile no Carnaval

O Partido Novo apresentou no sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o presidente Luiz Inácio...

Roberto Cidade definirá desembargador do TJAM e procurador-geral antes da eleição

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), terá duas missões institucionais importantes junto ao Poder Judiciário antes de enfrentar a eleição de outubro....

Nikolas Ferreira explica salto no patrimônio para quase R$ 4 milhões

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou sobre o crescimento de seu patrimônio declarado à Justiça Eleitoral. Segundo os dados apresentados ao Tribunal...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]