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Aulas da rede municipal são suspensas nesta quarta (23/9) como ‘indicativo de greve’, afirma Asprom-Sindical

O Sindicato de Professores e Pedagogos de Manaus, anunciou no fim da manhã desta terça-feira (23/9), um ‘indicativo de greve’ datado para esta quarta-feira (24/9), nos três turnos de aulas da rede municipal de ensino em forma de protesto contra a reforma da previdência (Manausprev), apresentada na Câmara de Manaus, que está sendo avaliada pelos vereadores da Casa.

“Amanhã não haverá aula. As escolas vão estar paralisadas exigindo a retirada e o arquivamento do projeto”, declarou o coordenador da Asprom-Sindical, Lambert Melo, em comunicado à imprensa.

À Rede Onda Digital, Lambert afirmou que se trata de uma ‘paralisação de advertência’, com objetivo de alertar à prefeitura sobre a inconformidade com o projeto.

Cada um que vai paralizar, vai estar paralizando sabendo que corre o risco de pegar falta e ser descontado”, declarou. 

O aviso também faz um convite aos servidores para uma manifestação à frente da Câmara Municipal de vereadores, a partir de 8h40, nesta quarta.

“A nossa expectativa é de que amanhã nós tenhamos, pelo menos, umas 500 pessoas participando da paralização lá na Câmara Municipal”, ressaltou o coordenador. 

Veja:

Foto: Reprodução

Manifestação na CMM

Na última terça-feira (16/9) na Câmara Municipal de Manaus (CMM), a segunda audiência pública sobre a reforma da previdência municipal foi marcada por protestos de servidores e “pequenos atritos” entre vereadores. O clima ficou tenso durante a sessão plenária, com manifestações de descontentamento que chegaram a interromper os trabalhos.

Logo no início, os servidores se mostraram agitados e contrários às mudanças propostas na previdência municipal. Leia mais no link: https://redeondadigital.com.br/destaque/reforma-previdencia-audiencia-tensa

A equipe da Rede Onda Digital entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) e aguarda resposta.


Lei também:

Professores organizam ato público na CMM em oposição à proposta de reforma do Manausprev


Sobre a Manausprev

O projeto da Manaus Previdência (Manausprev) tem como finalidade ajustar as finanças do regime próprio de aposentadoria, em conformidade com a Emenda Constitucional. De acordo com a prefeitura, sem a aprovação da reforma, o sistema pode registrar um déficit de R$ 938 milhões até o ano de 2038. O projeto foi encaminhado à Câmara em 27 de agosto.

Para alcançar esse equilíbrio, serão aumentados o tempo de contribuição e o período de atividade dos servidores. Veja as principais alterações:

Alterações na idade mínima

  • Idade mínima passa de 55 para 62 anos, representando um aumento de sete anos, para as mulheres.
  • Já para os homens, a idade mínima para se aposentar sobe de 60 para 65 anos.

Mudanças no tempo de contribuição

  • Homens e mulheres deverão comprovar, pelo menos, 25 anos de contribuição.
  • Para os professores, será exigido tempo de serviço público de 30 anos para os homens e 25 anos para as mulheres.
  •  Também será necessário comprovar ao menos 10 anos de serviço público e 5 anos no cargo atual.

O projeto estabelece ainda que as novas regras valerão apenas para os servidores que ingressaram no serviço público após 31 de dezembro de 2003.

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O Sindicato de Professores e Pedagogos de Manaus, anunciou no fim da manhã desta terça-feira (23/9), um ‘indicativo de greve’ datado para esta quarta-feira (24/9), nos três turnos de aulas da rede municipal de ensino em forma de protesto contra a reforma da previdência (Manausprev), apresentada na Câmara de Manaus, que está sendo avaliada pelos vereadores da Casa.

“Amanhã não haverá aula. As escolas vão estar paralisadas exigindo a retirada e o arquivamento do projeto”, declarou o coordenador da Asprom-Sindical, Lambert Melo, em comunicado à imprensa.

À Rede Onda Digital, Lambert afirmou que se trata de uma ‘paralisação de advertência’, com objetivo de alertar à prefeitura sobre a inconformidade com o projeto.

Cada um que vai paralizar, vai estar paralizando sabendo que corre o risco de pegar falta e ser descontado”, declarou. 

O aviso também faz um convite aos servidores para uma manifestação à frente da Câmara Municipal de vereadores, a partir de 8h40, nesta quarta.

“A nossa expectativa é de que amanhã nós tenhamos, pelo menos, umas 500 pessoas participando da paralização lá na Câmara Municipal”, ressaltou o coordenador. 

Veja:

Foto: Reprodução

Manifestação na CMM

Na última terça-feira (16/9) na Câmara Municipal de Manaus (CMM), a segunda audiência pública sobre a reforma da previdência municipal foi marcada por protestos de servidores e “pequenos atritos” entre vereadores. O clima ficou tenso durante a sessão plenária, com manifestações de descontentamento que chegaram a interromper os trabalhos.

Logo no início, os servidores se mostraram agitados e contrários às mudanças propostas na previdência municipal. Leia mais no link: https://redeondadigital.com.br/destaque/reforma-previdencia-audiencia-tensa

A equipe da Rede Onda Digital entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação (Semed) e aguarda resposta.


Lei também:

Professores organizam ato público na CMM em oposição à proposta de reforma do Manausprev


Sobre a Manausprev

O projeto da Manaus Previdência (Manausprev) tem como finalidade ajustar as finanças do regime próprio de aposentadoria, em conformidade com a Emenda Constitucional. De acordo com a prefeitura, sem a aprovação da reforma, o sistema pode registrar um déficit de R$ 938 milhões até o ano de 2038. O projeto foi encaminhado à Câmara em 27 de agosto.

Para alcançar esse equilíbrio, serão aumentados o tempo de contribuição e o período de atividade dos servidores. Veja as principais alterações:

Alterações na idade mínima

  • Idade mínima passa de 55 para 62 anos, representando um aumento de sete anos, para as mulheres.
  • Já para os homens, a idade mínima para se aposentar sobe de 60 para 65 anos.

Mudanças no tempo de contribuição

  • Homens e mulheres deverão comprovar, pelo menos, 25 anos de contribuição.
  • Para os professores, será exigido tempo de serviço público de 30 anos para os homens e 25 anos para as mulheres.
  •  Também será necessário comprovar ao menos 10 anos de serviço público e 5 anos no cargo atual.

O projeto estabelece ainda que as novas regras valerão apenas para os servidores que ingressaram no serviço público após 31 de dezembro de 2003.

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