Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Marina Silva defende elevar pena para quem pratica queimadas no Brasil

Marina Silva falou à imprensa sobre crise ambiental no Brasil e criticou regularização de terras desmatadas ilegalmente.

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (11/9) que é essencial frear a regularização de terras desmatadas ilegalmente, em um esforço para combater a crise ambiental no Brasil. Ela também defendeu o aumento de pena para quem pratica crimes ambientais.

Em conversa com a imprensa, a ministra disse que a atuação de grupos criminosos, que utilizam o fogo como ferramenta para avançar sobre a floresta, se tornou mais sofisticada e perigosa:

“A criminalidade, sabendo que a floresta está perdendo umidade, fazendo uma aliança com a mudança do clima, que é atear fogo em floresta para destruir a floresta sem ter que desmatar. Portanto, essa sangria da regularização de área ilegalmente ocupada é algo que tem que ser estancado para não gerar nenhum tipo de vantagem dessa forma criminosa de destruir floresta”.

Marina continuou, defendendo uma punição maior para os destruidores da floresta:

“Está sendo trabalhado também a elevação de pena. Hoje a pena é algo entre um ou dois anos. É preciso elevar a pena para aqueles que queimam com a intenção de queimar”.


Leia mais:

Fumaça das queimadas na Amazônia e Cerrado chega à Argentina e ao Uruguai

Brasil registrou 2,7 mil focos de incêndios nas últimas 24 horas; Amazônia lidera números


O Brasil enfrenta, atualmente, a maior temporada de queimadas florestais dos últimos anos. Os dados recentes mostram que as queimadas na Amazônia aumentaram significativamente em comparação com anos anteriores, impulsionadas tanto pela ação humana quanto pelas condições climáticas extremas, como secas prolongadas.

Já no Pantanal, mais de 80% dos incêndios registrados tiveram início dentro de propriedades particulares, um padrão também observado na Amazônia. A ministra apresentou o dado:

“No caso do fogo, os incêndios começam da porteira pra dentro. No caso do Pantanal são mais de 80% dentro de propriedades particulares. Na Amazônia também”.

Diante desse cenário, a regularização de terras desmatadas ilegalmente, sem a devida fiscalização, e citada pela ministra, é vista como um estímulo à prática criminosa.

Com informações de G1. 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quarta-feira (11/9) que é essencial frear a regularização de terras desmatadas ilegalmente, em um esforço para combater a crise ambiental no Brasil. Ela também defendeu o aumento de pena para quem pratica crimes ambientais.

Em conversa com a imprensa, a ministra disse que a atuação de grupos criminosos, que utilizam o fogo como ferramenta para avançar sobre a floresta, se tornou mais sofisticada e perigosa:

“A criminalidade, sabendo que a floresta está perdendo umidade, fazendo uma aliança com a mudança do clima, que é atear fogo em floresta para destruir a floresta sem ter que desmatar. Portanto, essa sangria da regularização de área ilegalmente ocupada é algo que tem que ser estancado para não gerar nenhum tipo de vantagem dessa forma criminosa de destruir floresta”.

Marina continuou, defendendo uma punição maior para os destruidores da floresta:

“Está sendo trabalhado também a elevação de pena. Hoje a pena é algo entre um ou dois anos. É preciso elevar a pena para aqueles que queimam com a intenção de queimar”.


Leia mais:

Fumaça das queimadas na Amazônia e Cerrado chega à Argentina e ao Uruguai

Brasil registrou 2,7 mil focos de incêndios nas últimas 24 horas; Amazônia lidera números


O Brasil enfrenta, atualmente, a maior temporada de queimadas florestais dos últimos anos. Os dados recentes mostram que as queimadas na Amazônia aumentaram significativamente em comparação com anos anteriores, impulsionadas tanto pela ação humana quanto pelas condições climáticas extremas, como secas prolongadas.

Já no Pantanal, mais de 80% dos incêndios registrados tiveram início dentro de propriedades particulares, um padrão também observado na Amazônia. A ministra apresentou o dado:

“No caso do fogo, os incêndios começam da porteira pra dentro. No caso do Pantanal são mais de 80% dentro de propriedades particulares. Na Amazônia também”.

Diante desse cenário, a regularização de terras desmatadas ilegalmente, sem a devida fiscalização, e citada pela ministra, é vista como um estímulo à prática criminosa.

Com informações de G1. 

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...

Debate ao Governo do AM atende interesses de todos os candidatos

O primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Amazonas, neste domingo (9/8) atendeu, praticamente, aos interesses de todos os que participaram e também...

Atual governo de Lula tem menor índice de aprovação de MPs

Até o momento, o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve apenas 20,5% das medidas provisórias editadas convertidas em lei....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]