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Mário César Filho: “Tarifa social de energia tem que ser mais flexível”

Deputado estadual protocolou projeto de lei para flexibilizar descontos da tarifa social de energia; ele também falou sobre medidores aéreos.

O deputado estadual Mário César Filho (União Brasil), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor na Aleam, foi entrevistado hoje, 24, do programa Fiscaliza Geral. Ele falou sobre projeto de sua autoria de tarifa social para reduzir o valor da conta de energia elétrica, que foi protocolado na Câmara dos Deputados em Brasília.

O deputado afirmou:

“Pro contribuinte inscrito no CadÚnico alcançar o desconto de 65%, que é o máximo da tarifa social, você só pode consumir o equivalente a 30 kW/hora ao mês. É uma geladeira, basicamente, e tem algumas que até gastam mais do que isso. Fica impossível, na prática essa tarifa social não funciona. E no Amazonas deveria ser diferenciado, porque é quente a maior parte do ano. Minha proposta foi de deixar mais flexível, ampliar para 100 kW/hora ao mês. Estamos ampliando a faixa de consumo também para os descontos de 40% e de 10%, que vamos ampliar para 20% na conta”.


Leia mais:

Lei que proíbe a instalação de medidores aéreos avança na CMM

“Não vou abandonar luta contra Amazonas Energia”, diz Sinésio Campos


César Filho também falou a respeito da iniciativa do projeto, junto com o deputado federal Fausto Júnior (União Brasil):

“Minha parceria com o Fausto não é de hoje, as pautas que ele defende eu também defendo. Ele é autor do projeto de lei que proíbe a instalação dos medidores aéreos, comprou a briga – no bom sentido – com a Amazonas Energia.

Aliás, nem todo mundo sabe desse benefício da tarifa social. É para os inscritos no CadÚnico, pessoas abaixo da linha da pobreza. Aqui, a Amazonas Energia diz que tem muitas perdas de energia, mas é aquela coisa: a conta é muito cara”.

O deputado também falou sobre a questão dos medidores aéreos que a concessionária vem instalando nas últimas semanas:

“Estive na Amazonas Energia, me deram toda aquela explicação, que é mais ecológico…  Mas a população não tem confiança. Temos relatos de pessoas que foram à comissão do consumidor dizendo que pagavam R$ 400, e depois do medidor aéreo passaram a pagar R$ 600. E não são poucas pessoas reclamando de aumento nas contas, não”.

A entrevista completa com o deputado Mário César Filho pode ser assistida aqui.

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O deputado estadual Mário César Filho (União Brasil), presidente da Comissão de Defesa do Consumidor na Aleam, foi entrevistado hoje, 24, do programa Fiscaliza Geral. Ele falou sobre projeto de sua autoria de tarifa social para reduzir o valor da conta de energia elétrica, que foi protocolado na Câmara dos Deputados em Brasília.

O deputado afirmou:

“Pro contribuinte inscrito no CadÚnico alcançar o desconto de 65%, que é o máximo da tarifa social, você só pode consumir o equivalente a 30 kW/hora ao mês. É uma geladeira, basicamente, e tem algumas que até gastam mais do que isso. Fica impossível, na prática essa tarifa social não funciona. E no Amazonas deveria ser diferenciado, porque é quente a maior parte do ano. Minha proposta foi de deixar mais flexível, ampliar para 100 kW/hora ao mês. Estamos ampliando a faixa de consumo também para os descontos de 40% e de 10%, que vamos ampliar para 20% na conta”.


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“Minha parceria com o Fausto não é de hoje, as pautas que ele defende eu também defendo. Ele é autor do projeto de lei que proíbe a instalação dos medidores aéreos, comprou a briga – no bom sentido – com a Amazonas Energia.

Aliás, nem todo mundo sabe desse benefício da tarifa social. É para os inscritos no CadÚnico, pessoas abaixo da linha da pobreza. Aqui, a Amazonas Energia diz que tem muitas perdas de energia, mas é aquela coisa: a conta é muito cara”.

O deputado também falou sobre a questão dos medidores aéreos que a concessionária vem instalando nas últimas semanas:

“Estive na Amazonas Energia, me deram toda aquela explicação, que é mais ecológico…  Mas a população não tem confiança. Temos relatos de pessoas que foram à comissão do consumidor dizendo que pagavam R$ 400, e depois do medidor aéreo passaram a pagar R$ 600. E não são poucas pessoas reclamando de aumento nas contas, não”.

A entrevista completa com o deputado Mário César Filho pode ser assistida aqui.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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