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Moraes manda arquivar ação contra Bolsonaro por “Abin paralela”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da investigação da chamada “Abin paralela”, que tinha como alvos o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado federal cassado Alexandre Ramagem (PL-RJ), entre outros investigados.

Na decisão publicada na segunda-feira (20/7), Moraes afirmou que os fatos atribuídos ao grupo já haviam sido analisados no processo da tentativa de golpe de Estado e resultaram em condenações.

Parte da investigação vai para a primeira instância

Moraes também determinou o envio de parte da investigação para a primeira instância da Justiça Federal. Entre os investigados nessa situação está Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente.

As investigações serão encaminhadas a uma das varas federais do Distrito Federal, responsável por dar continuidade às apurações sobre suspeitas de crimes como organização criminosa, peculato, prevaricação, violação de sigilo funcional e interceptação ilegal de comunicações, atribuídos aos demais investigados.


Leia mais:

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O que foi a “Abin paralela”

“Abin paralela” foi o nome dado ao esquema de espionagem ilegal promovido de dentro da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitorar autoridades, jornalistas e adversários políticos de Bolsonaro. A investigação indiciou 36 pessoas, incluindo o próprio ex-presidente, seu filho Carlos Bolsonaro e o então diretor da Abin, Alexandre Ramagem.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado, atualmente em prisão domiciliar. Alexandre Ramagem se autoexilou nos Estados Unidos e é considerado foragido da Justiça brasileira. Ele foi condenado pelo STF a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da investigação da chamada “Abin paralela”, que tinha como alvos o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado federal cassado Alexandre Ramagem (PL-RJ), entre outros investigados.

Na decisão publicada na segunda-feira (20/7), Moraes afirmou que os fatos atribuídos ao grupo já haviam sido analisados no processo da tentativa de golpe de Estado e resultaram em condenações.

Parte da investigação vai para a primeira instância

Moraes também determinou o envio de parte da investigação para a primeira instância da Justiça Federal. Entre os investigados nessa situação está Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente.

As investigações serão encaminhadas a uma das varas federais do Distrito Federal, responsável por dar continuidade às apurações sobre suspeitas de crimes como organização criminosa, peculato, prevaricação, violação de sigilo funcional e interceptação ilegal de comunicações, atribuídos aos demais investigados.


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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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