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Na COP30, Wilson Lima defende resultados práticos e objetivos para quem vive na Amazônia

Diretamente de Belém (PA), o governador do Amazonas Wilson Lima (União Brasil), comentou sobre quais temas abordará em sua contribuição à COP30, afirmando que seu discurso será alinhado as pautas e temas voltados para a valorização e desenvolvimento da Amazônia. A declaração aconteceu em entrevista ao Alô Amazonas, da TV A Crítica, nesta segunda-feira (10/11).

“Com relação ao que a gente vai apresentar aqui na COP, a gente traz um discurso muito alinhado da necessidade de trazer o mundo para as discussões da Amazônia e para que essa agenda mundial ambiental esteja conectada com a nossa realidade, esteja conectado com o nosso dia a dia”, frisou o governador.

Lima chegou a afirmar que o evento representa “uma janela de oportunidade” para que o mundo conheça a verdadeira história da Amazônia e das pessoas que vivem na região. O governador enfatizou a importância de que as decisões tomadas durante a conferência resultem em ações concretas que impactem diretamente as comunidades amazônicas.

“Esse é um evento muito importante, uma janela de oportunidade que a gente tem de contar a história da Amazônia, de quem vive na Amazônia, entendendo que, dessa COP, precisam que sejam tirados resultados práticos e objetivos e que essas decisões possam impactar a quem está lá na ponta, impactar as comunidades. (…) Nós estamos trazendo alguns exemplos daquilo que a gente tem feito no estado do Amazonas e eu gostaria de dar destaque aqui para o nosso Plano de Bioeconomia, que é um projeto que a gente conclui a partir do Manaus Action Plan, que foi um evento realizado em 2022 pelo Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force)”, frisou.

Wilson Lima anunciou ainda a assinatura do primeiro contrato de crédito de carbono em uma área de 490 mil hectares no Parque Estadual de Sucunduri, no município de Apuí. O projeto, segundo o governador, pode render cerca de R$ 390 milhões em 30 anos, resultado de um edital público que já aprovou 21 iniciativas semelhantes.

O modelo adotado pelo Amazonas prevê que 50% dos recursos sejam destinados a políticas públicas de combate às mudanças climáticas e resiliência comunitária, e os outros 50% para investimentos diretos nas comunidades locais, como fornecimento de energia elétrica, água potável, internet e fortalecimento de cadeias produtivas.


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Ao ser questionado sobre o consórcio Amazônia e de como está esse alinhamento, Lima foi franco em dizer que existe muitos assuntos devidamente pautados não somente sobre a COP30, mas também, como setor primário, por exemplo.  Ao defender a realização da COP na Amazônia, Wilson Lima afirmou que o encontro precisa estar conectado à realidade dos povos que vivem na floresta.

“Houve muita crítica quando se começou a falar da COP aqui, mas se a COP não couber na Amazônia, onde acontecem boa parte desses problemas, ela precisa ser repensada. É didático trazer o evento para cá, para que o mundo entenda nossa realidade”, disse.

 

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Diretamente de Belém (PA), o governador do Amazonas Wilson Lima (União Brasil), comentou sobre quais temas abordará em sua contribuição à COP30, afirmando que seu discurso será alinhado as pautas e temas voltados para a valorização e desenvolvimento da Amazônia. A declaração aconteceu em entrevista ao Alô Amazonas, da TV A Crítica, nesta segunda-feira (10/11).

“Com relação ao que a gente vai apresentar aqui na COP, a gente traz um discurso muito alinhado da necessidade de trazer o mundo para as discussões da Amazônia e para que essa agenda mundial ambiental esteja conectada com a nossa realidade, esteja conectado com o nosso dia a dia”, frisou o governador.

Lima chegou a afirmar que o evento representa “uma janela de oportunidade” para que o mundo conheça a verdadeira história da Amazônia e das pessoas que vivem na região. O governador enfatizou a importância de que as decisões tomadas durante a conferência resultem em ações concretas que impactem diretamente as comunidades amazônicas.

“Esse é um evento muito importante, uma janela de oportunidade que a gente tem de contar a história da Amazônia, de quem vive na Amazônia, entendendo que, dessa COP, precisam que sejam tirados resultados práticos e objetivos e que essas decisões possam impactar a quem está lá na ponta, impactar as comunidades. (…) Nós estamos trazendo alguns exemplos daquilo que a gente tem feito no estado do Amazonas e eu gostaria de dar destaque aqui para o nosso Plano de Bioeconomia, que é um projeto que a gente conclui a partir do Manaus Action Plan, que foi um evento realizado em 2022 pelo Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force)”, frisou.

Wilson Lima anunciou ainda a assinatura do primeiro contrato de crédito de carbono em uma área de 490 mil hectares no Parque Estadual de Sucunduri, no município de Apuí. O projeto, segundo o governador, pode render cerca de R$ 390 milhões em 30 anos, resultado de um edital público que já aprovou 21 iniciativas semelhantes.

O modelo adotado pelo Amazonas prevê que 50% dos recursos sejam destinados a políticas públicas de combate às mudanças climáticas e resiliência comunitária, e os outros 50% para investimentos diretos nas comunidades locais, como fornecimento de energia elétrica, água potável, internet e fortalecimento de cadeias produtivas.


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