Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

PGR recorre de decisão de Toffoli que anulou atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, nesta terça-feira (04/06), da decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todos os atos praticados pela 13ª Vara Federal de Curitiba contra Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato.

A determinação foi dada por Toffoli, em 21 de maio, após um pedido da defesa. Marcelo Odebrecht foi presidente da construtora Odebrecht, atual Novonor.

O pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, é para que o magistrado reconsidere o que decidiu no mês passado e, caso isso não ocorra, que remeta o recurso para análise do plenário da Corte.

No documento, o chefe do Ministério Público Federal (MPF) afirmou que, se atos processuais da Lava Jato sofrem de impropriedades, como alega a defesa de Marcelo Odebrecht, o empresário “não logrou demonstrá-las, não as referindo nem documentando”.

“Portanto, se houve algum defeito nesses processos decorrentes da legítima colaboração premiada, semelhante arguição carece da cumprida demonstração fática”, disse Gonet.


Leia mais:

STF anula decisões da Operação Lava Jato contra empresário Marcelo Odebrecht

Ministro do STF sugere que pagamentos de acordos da Lava Jato ajudem o RS


Em sua decisão, Toffoli ainda contemplou atos contra o executivo que se encontram na fase pré-processual e determinou “o trancamento das persecuções penais instauradas em desfavor do requerente no que atine à mencionada operação”. O ministro do Supremo, porém, manteve a delação do ex-presidente da empreiteira.

Marcelo Odebrecht foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão pelo então juiz Sergio Moro em 2016. Fez acordo de delação que reduziu a pena para dez anos. Em 2022, o STF reduziu o período para sete anos, agora já cumpridos.

A decisão de Toffoli atende a um pedido da defesa de Marcelo Odebrecht , que argumentava que seu caso era parecido com o de outros réus da Lava Jato que tiveram processos anulados por irregularidades nas investigações.

No ano passado, Toffoli decidiu que as provas oriundas dos acordos de leniência da Odebrecht, no âmbito da Lava Jato, são imprestáveis em qualquer âmbito ou grau de jurisdição.

*Com informações da Folha de S.Paulo

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, nesta terça-feira (04/06), da decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou todos os atos praticados pela 13ª Vara Federal de Curitiba contra Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato.

A determinação foi dada por Toffoli, em 21 de maio, após um pedido da defesa. Marcelo Odebrecht foi presidente da construtora Odebrecht, atual Novonor.

O pedido do procurador-geral da República, Paulo Gonet, é para que o magistrado reconsidere o que decidiu no mês passado e, caso isso não ocorra, que remeta o recurso para análise do plenário da Corte.

No documento, o chefe do Ministério Público Federal (MPF) afirmou que, se atos processuais da Lava Jato sofrem de impropriedades, como alega a defesa de Marcelo Odebrecht, o empresário “não logrou demonstrá-las, não as referindo nem documentando”.

“Portanto, se houve algum defeito nesses processos decorrentes da legítima colaboração premiada, semelhante arguição carece da cumprida demonstração fática”, disse Gonet.


Leia mais:

STF anula decisões da Operação Lava Jato contra empresário Marcelo Odebrecht

Ministro do STF sugere que pagamentos de acordos da Lava Jato ajudem o RS


Em sua decisão, Toffoli ainda contemplou atos contra o executivo que se encontram na fase pré-processual e determinou “o trancamento das persecuções penais instauradas em desfavor do requerente no que atine à mencionada operação”. O ministro do Supremo, porém, manteve a delação do ex-presidente da empreiteira.

Marcelo Odebrecht foi condenado a 19 anos e 4 meses de prisão pelo então juiz Sergio Moro em 2016. Fez acordo de delação que reduziu a pena para dez anos. Em 2022, o STF reduziu o período para sete anos, agora já cumpridos.

A decisão de Toffoli atende a um pedido da defesa de Marcelo Odebrecht , que argumentava que seu caso era parecido com o de outros réus da Lava Jato que tiveram processos anulados por irregularidades nas investigações.

No ano passado, Toffoli decidiu que as provas oriundas dos acordos de leniência da Odebrecht, no âmbito da Lava Jato, são imprestáveis em qualquer âmbito ou grau de jurisdição.

*Com informações da Folha de S.Paulo

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Tadeu de Souza destaca força política do União Progressista na corrida eleitoral de 2026

O ex-vice-governador do Amazonas e pré-candidato Tadeu de Souza afirmou nesta sexta-feira (26) que a federação União Progressista deve ocupar papel central na disputa...

Maria do Carmo minimiza crise no PL e diz que agenda segue “normalíssima”

A pré-candidata do PL ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante o Festival de Parintins, que a pré-campanha segue...

Alberto Neto diz que impasse no PL do Amazonas não pode afetar projeto nacional

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM), pré-candidato ao Senado, afirmou que o impasse interno do Partido Liberal (PL) no Amazonas não pode comprometer...

Marcellus Campêlo diz que União Progressistas terá protagonismo nas eleições de 2026

O pré-candidato a deputado estadual e vice-presidente da Federação União Progressista no Amazonas, Marcellus Campêlo, afirmou nesta sexta-feira (26), durante agenda em Parintins, que...

Saullo Viana destaca parceria com Celso Sabino em toada do Caprichoso

O deputado federal Saullo Viana (MDB-AM) comentou, nesta sexta-feira (26), durante a primeira noite do Festival Folclórico de Parintins, a parceria com o ministro...

Roberto Cidade evita falar sobre reeleição em 2026

O governador do Amazonas, Roberto Cidade (União Brasil), evitou comentar sobre disputar as eleições de 2026. Questionado sobre especulações envolvendo seu nome para a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]