Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

PL do Aborto: Relator diz que mudará projeto, após posicionamento de Michelle Bolsonaro

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor do polêmico projeto de lei que equipara o aborto ao homicídio quando realizado após 22 semanas de gestação, anunciou que fará alterações na proposta. Cavalcante afirmou que as mulheres estupradas que decidirem pela interrupção da gravidez nesse período não serão mais criminalizadas.

A mudança de postura do parlamentar veio após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhar um vídeo defendendo que o aborto deveria ser punido, mas sem que a mulher fosse criminalizada.

“Eu vi o vídeo da primeira-dama e os argumentos que ela apresenta são importantes. As alterações que vou propor vão evitar desgastes desnecessários e assim podemos continuar valorizando a vida”, declarou Sóstenes à Folha de S. Paulo.


Saiba mais:


Punição por estupro

O projeto de lei causou grande comoção no país nas últimas semanas. Caso fosse aprovado sem alterações, a proposta imporia uma pena de homicídio, que pode chegar a 20 anos de prisão, às mulheres estupradas que interrompessem a gravidez após as 22 semanas. Essa pena é maior que a do próprio estuprador, que pode ser condenado a até 10 anos de prisão.

Os protestos contra o projeto se intensificaram especialmente após a divulgação de dados apontando que a maioria das vítimas de estupro que engravidam no Brasil são meninas de até 14 anos, frequentemente violadas por familiares dentro de suas próprias casas.

Apesar da alteração proposta para não criminalizar as mulheres, os médicos que realizarem o procedimento continuariam sendo punidos como homicidas, conforme a proposta de Cavalcante. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em seu vídeo, refere-se aos médicos que realizam abortos como “aborteiros”.

Explicação do relator

Segundo Sóstenes, após 22 semanas, a mulher não poderá mais abortar, mas sim dará à luz, e o bebê será encaminhado para a UTI neonatal. O médico será obrigado a realizar um parto para que “a criança nasça com vida”. “Se não quiser, a mãe entrega para a adoção”, explicou o parlamentar.

“Ela vai dar à luz e a criança vai para a UTI neonatal. Não precisa matar o bebê”, afirmou o deputado. Ele destacou que as chances de sobrevivência de bebês nascidos com 22 semanas são razoáveis, variando de 2% a 15%.

*com informações de Metrópoles e Folha de S. Paulo

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor do polêmico projeto de lei que equipara o aborto ao homicídio quando realizado após 22 semanas de gestação, anunciou que fará alterações na proposta. Cavalcante afirmou que as mulheres estupradas que decidirem pela interrupção da gravidez nesse período não serão mais criminalizadas.

A mudança de postura do parlamentar veio após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhar um vídeo defendendo que o aborto deveria ser punido, mas sem que a mulher fosse criminalizada.

“Eu vi o vídeo da primeira-dama e os argumentos que ela apresenta são importantes. As alterações que vou propor vão evitar desgastes desnecessários e assim podemos continuar valorizando a vida”, declarou Sóstenes à Folha de S. Paulo.


Saiba mais:


Punição por estupro

O projeto de lei causou grande comoção no país nas últimas semanas. Caso fosse aprovado sem alterações, a proposta imporia uma pena de homicídio, que pode chegar a 20 anos de prisão, às mulheres estupradas que interrompessem a gravidez após as 22 semanas. Essa pena é maior que a do próprio estuprador, que pode ser condenado a até 10 anos de prisão.

Os protestos contra o projeto se intensificaram especialmente após a divulgação de dados apontando que a maioria das vítimas de estupro que engravidam no Brasil são meninas de até 14 anos, frequentemente violadas por familiares dentro de suas próprias casas.

Apesar da alteração proposta para não criminalizar as mulheres, os médicos que realizarem o procedimento continuariam sendo punidos como homicidas, conforme a proposta de Cavalcante. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em seu vídeo, refere-se aos médicos que realizam abortos como “aborteiros”.

Explicação do relator

Segundo Sóstenes, após 22 semanas, a mulher não poderá mais abortar, mas sim dará à luz, e o bebê será encaminhado para a UTI neonatal. O médico será obrigado a realizar um parto para que “a criança nasça com vida”. “Se não quiser, a mãe entrega para a adoção”, explicou o parlamentar.

“Ela vai dar à luz e a criança vai para a UTI neonatal. Não precisa matar o bebê”, afirmou o deputado. Ele destacou que as chances de sobrevivência de bebês nascidos com 22 semanas são razoáveis, variando de 2% a 15%.

*com informações de Metrópoles e Folha de S. Paulo

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

Mais lidas

STF impõe bloqueio de R$ 6 bilhões a empresas de Willer Tomaz

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de bens e valores de Willer Tomaz até o limite de...

Lula e Flávio Bolsonaro são orientados a evitar confronto no debate da Globo, diz site

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foram orientados pelas próprias equipes de campanha a evitarem confrontos, nesta quinta-feira (22), durante o debate da Globo....
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Meta diz ao TSE que canal ‘Exército do Lula’ não viola regras do WhatsApp

A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal “Exército do Lula” não viola as políticas da...

Michelle comenta estado de saúde de Jair Bolsonaro: “Confio em Deus”

A ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), se manifestou nesta sexta-feira (23/10) sobre o estado de saúde do marido, o...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

TSE nega ordem para derrubar canais políticos e cobra atuação igual das plataformas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta sexta-feira (23) que não determinou a retirada do ar de nenhum canal do WhatsApp e classificou como...

OAB propõe dividir com outras instituições a escolha de ministros do STF

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) quer mudar as regras de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para permitir que outras...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

STF impõe bloqueio de R$ 6 bilhões a empresas de Willer Tomaz

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de bens e valores de Willer Tomaz até o limite de...

Lula e Flávio Bolsonaro são orientados a evitar confronto no debate da Globo, diz site

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foram orientados pelas próprias equipes de campanha a evitarem confrontos, nesta quinta-feira (22), durante o debate da Globo....

Meta diz ao TSE que canal ‘Exército do Lula’ não viola regras do WhatsApp

A Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, afirmou nesta sexta-feira (23) que o canal “Exército do Lula” não viola as políticas da...

Michelle comenta estado de saúde de Jair Bolsonaro: “Confio em Deus”

A ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), se manifestou nesta sexta-feira (23/10) sobre o estado de saúde do marido, o...

TSE nega ordem para derrubar canais políticos e cobra atuação igual das plataformas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta sexta-feira (23) que não determinou a retirada do ar de nenhum canal do WhatsApp e classificou como...

OAB propõe dividir com outras instituições a escolha de ministros do STF

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) quer mudar as regras de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para permitir que outras...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]