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“Políticos vivem numa sociedade secreta da mamata”, diz Rodrigo Guedes

Vereador comentou regalias de políticos a nível municipal, estadual e federal, e sobre a abertura da CPI da Águas de Manaus na CMM.

O vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) esteve hoje, 28, no estúdio da Onda Digital. Ele foi entrevistado no programa Fiscaliza Geral e comentou sobre a polêmica questão do aumento da verba de gabinete e do número de assessores na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Ele disse:

“A votação [do aumento da verba de gabinete] foi daquele jeito: O projeto foi apresentado em um dia e votado em dois. Teve apenas 3 votos em contrário, o meu e dos vereadores Raiff Matos e William Alemão.

São muitas regalias. Recentemente, deputados mantiveram direito ao auxílio mudança. Pra quê isso? Deputados e senadores têm direito a apartamentos funcionais. E os deputados estaduais, federais e senadores eleitos este ano pelo Amazonas não tocaram nesse assunto. É quase uma sociedade secreta da mamata, porque é algo muito acintoso e eles recebem sem falar nada”.


Leia mais:

Sassá: “Tem vereador valente na tribuna, mas na hora de assinar CPI vira gatinho”

Renato Jr.: “Vamos alterar o Asfaltômetro porque a Águas de Manaus rasga tudo”


Guedes também comentou sobre os privilégios da classe política:

“Não sou a favor deles. Na Câmara de vereadores não existem mais certos privilégios, como auxílio mudança… O auxílio paletó foi extinto em 2016. Mas na Câmara dos Deputados e no Senado em Brasília, eles têm plano de saúde e várias regalias. Senadores mantém essas regalias mesmo depois que deixam o mandato”.

Guedes também abordou a CPI da Águas de Manaus, que ele e o vereador Sassá da Construção Civil (PT) tentam instaurar na casa desde 2021 e que no momento precisa de só mais uma assinatura para ser instalada:

“Por que não investigar algo que é claramente problemático? Não consigo entender. Já ouvi várias justificativas para vereadores não assinarem. Alguns enrolam literalmente, ‘semana que vem eu assino’. Já ouvi de tudo ali. Já ouvi alguém dizer ‘não vou assinar porque a Águas de Manaus me ajudou’. Se ajudou, foi por fora, porque a concessionária não pode doar oficialmente. Outros não assinam porque são da base do prefeito. São as mais variadas justificativas que já ouvi sobre isso”.

A entrevista completa do vereador Rodrigo Guedes pode ser assistida aqui.

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O vereador Rodrigo Guedes (Republicanos) esteve hoje, 28, no estúdio da Onda Digital. Ele foi entrevistado no programa Fiscaliza Geral e comentou sobre a polêmica questão do aumento da verba de gabinete e do número de assessores na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

Ele disse:

“A votação [do aumento da verba de gabinete] foi daquele jeito: O projeto foi apresentado em um dia e votado em dois. Teve apenas 3 votos em contrário, o meu e dos vereadores Raiff Matos e William Alemão.

São muitas regalias. Recentemente, deputados mantiveram direito ao auxílio mudança. Pra quê isso? Deputados e senadores têm direito a apartamentos funcionais. E os deputados estaduais, federais e senadores eleitos este ano pelo Amazonas não tocaram nesse assunto. É quase uma sociedade secreta da mamata, porque é algo muito acintoso e eles recebem sem falar nada”.


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Guedes também abordou a CPI da Águas de Manaus, que ele e o vereador Sassá da Construção Civil (PT) tentam instaurar na casa desde 2021 e que no momento precisa de só mais uma assinatura para ser instalada:

“Por que não investigar algo que é claramente problemático? Não consigo entender. Já ouvi várias justificativas para vereadores não assinarem. Alguns enrolam literalmente, ‘semana que vem eu assino’. Já ouvi de tudo ali. Já ouvi alguém dizer ‘não vou assinar porque a Águas de Manaus me ajudou’. Se ajudou, foi por fora, porque a concessionária não pode doar oficialmente. Outros não assinam porque são da base do prefeito. São as mais variadas justificativas que já ouvi sobre isso”.

A entrevista completa do vereador Rodrigo Guedes pode ser assistida aqui.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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