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Veja como estão posicionados os principais grupos políticos para a eleição do governador-tampão do AM

A eleição indireta que escolherá o novo governador do Amazonas para concluir a gestão de Wilson Lima (União Brasil) e Tadeu de Souza (PP), que renunciaram aos postos na noite deste sábado (4/4), vai indicar a força dos pré-candidatos e as articulações que estão realizando nos bastidores.

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade (União Brasil), assumiu o governo interino às 18h deste domingo (5) e passou a chefia da Casa ao vice, deputado Adjuto Afonso (União Brasil). Ele será  responsável por convocar a eleição suplementar em até 30 dias.

Adjuto Afonso informou que nesta terça-feira (7) vai colocar para tramitação um projeto de Decreto Legislativo convocando a eleição suplementar, onde o nome de Roberto Cidade é favorito para representar o grupo político de Wilson Lima.

De cara, esse grupo já tem, em tese e se não houver “fragmentações”, sete dos treze votos necessários para eleger o governador tampão. O voto do próprio Roberto, se voltar ao mandato antes da eleição suplementar, e de mais seis deputados do União Brasil, que são:

  • Adjuto Afonso (UB);
  • Carlinhos Bessa (UB);
  • George Lins (UB);
  • Mário César Filho (UB);
  • Joana Darc (UB);
  • Wanderley Monteiro (UB).

A possibilidade deste grupo se fragmentar existe, uma vez que Carlinhos Bessa e Wanderley Monteiro chegaram agora, na janela partidária encerrada na última sexta-feira (3), no União Brasil. Essa possibilidade é considerada mínima nos bastidores.

O grupo liderado pelo pré-candidato Omar Aziz (PSD) já tem até um nome para disputar a eleição, o deputado Ednailson Rozenha, que chegou ao partido nesta janela partidária e que foi anunciada com uma grande festa organizada por ele no Morro da Liberdade. Sozinho esse grupo pode chegar a 12 votos na eleição indireta, mas articulações podem reduzi-lo a dez. São eles:

  • Alessandra Campelo (PSD);
  • Mayra Dias (PSD)
  • Ednailson Rozenha (PSD);
  • Wilker Barreto (PSD)
  • Dra. Mayara (Republicanos)
  • Comandante Dan (Republicanos)
  • João Luiz (Republicanos);
  • Sinésio Campos (PT);
  • Cristiano Dangelo (MDB)
  • Thiago Abrahim (MDB)
  • Felipe Souza (Podemos)
  • Doutor Gomes (Podemos)

O problema aqui são os deputados do Podemos, partido que ainda não definiu em qual “canoa” vai embarcar nas eleições para o Governo do Estado em outubro. Inicialmente o partido estava no arco de alianças do senador, mas no fim da janela partidária Alessandra Campelo deixou a sigla para se filiar ao PSD e entrar na disputa pela vaga de vice de Omar. Felipe Souza entrou no partido agora e Doutor Gomes é muito próximo de Wilson Lima.


Saiba mais:

URGENTE: Wilson Lima e Tadeu de Souza renunciam cargos; Cidade é novo governador do AM

“Quem sai pela porta dos fundos nunca esteve pronto para entrar pela porta da frente”, diz Fernanda Aryel à renúncia de Wilson Lima


Grupos menores serão o fiel da balança

Os outros dois pré-candidatos ao governo do Estado não têm grande representação na Aleam, mas serão importantes para fazer a balança pender para o lado de Cidade ou de Omar Aziz. Neste domingo, tanto o ex-prefeito David Almeida (Avante), que tem dois aliados na Casa, quanto a empresária Maria do Carmo Sefair (PL), com três votos, começaram a fazer os cálculos para ver qual o melhor caminho a tomar ou mesmo não tomar caminho algum e ficar neutros na disputa.

São teoricamente aliados de Maria do Carmo os seguintes deputados do PL:

  • Delegado Péricles (PL);
  • Cabo Maciel (PL);
  • Débora Menezes (PL).

Ao longo dos mandatos estes deputados seguiram aliados de Roberto Cidade nas eleições em que ele disputou pela presidência da Casa, mas historicamente o senador Omar Aziz tem aproximação com as forças policiais do Estado, origem tanto de Péricles quanto de Maciel. Débora Menezes pode tomar um caminho semelhante ao do pai, Alfredo Menezes (Avante), que na última hora deixou o grupo de Wilson Lima e migrou para o de David Almeida.

Já o ex-prefeito conta com os votos de Abdalla Fraxe e Daniel Almeida, irmão dele. Abdalla tem carreira própria e pode seguir com Cidade, mas o voto de Almeida será bem diferente, pois tem atritos quase que diários com Cidade, sendo que no último deles quase que ambos vão para a briga corporal.

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A eleição indireta que escolherá o novo governador do Amazonas para concluir a gestão de Wilson Lima (União Brasil) e Tadeu de Souza (PP), que renunciaram aos postos na noite deste sábado (4/4), vai indicar a força dos pré-candidatos e as articulações que estão realizando nos bastidores.

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade (União Brasil), assumiu o governo interino às 18h deste domingo (5) e passou a chefia da Casa ao vice, deputado Adjuto Afonso (União Brasil). Ele será  responsável por convocar a eleição suplementar em até 30 dias.

Adjuto Afonso informou que nesta terça-feira (7) vai colocar para tramitação um projeto de Decreto Legislativo convocando a eleição suplementar, onde o nome de Roberto Cidade é favorito para representar o grupo político de Wilson Lima.

De cara, esse grupo já tem, em tese e se não houver “fragmentações”, sete dos treze votos necessários para eleger o governador tampão. O voto do próprio Roberto, se voltar ao mandato antes da eleição suplementar, e de mais seis deputados do União Brasil, que são:

  • Adjuto Afonso (UB);
  • Carlinhos Bessa (UB);
  • George Lins (UB);
  • Mário César Filho (UB);
  • Joana Darc (UB);
  • Wanderley Monteiro (UB).

A possibilidade deste grupo se fragmentar existe, uma vez que Carlinhos Bessa e Wanderley Monteiro chegaram agora, na janela partidária encerrada na última sexta-feira (3), no União Brasil. Essa possibilidade é considerada mínima nos bastidores.

O grupo liderado pelo pré-candidato Omar Aziz (PSD) já tem até um nome para disputar a eleição, o deputado Ednailson Rozenha, que chegou ao partido nesta janela partidária e que foi anunciada com uma grande festa organizada por ele no Morro da Liberdade. Sozinho esse grupo pode chegar a 12 votos na eleição indireta, mas articulações podem reduzi-lo a dez. São eles:

  • Alessandra Campelo (PSD);
  • Mayra Dias (PSD)
  • Ednailson Rozenha (PSD);
  • Wilker Barreto (PSD)
  • Dra. Mayara (Republicanos)
  • Comandante Dan (Republicanos)
  • João Luiz (Republicanos);
  • Sinésio Campos (PT);
  • Cristiano Dangelo (MDB)
  • Thiago Abrahim (MDB)
  • Felipe Souza (Podemos)
  • Doutor Gomes (Podemos)

O problema aqui são os deputados do Podemos, partido que ainda não definiu em qual “canoa” vai embarcar nas eleições para o Governo do Estado em outubro. Inicialmente o partido estava no arco de alianças do senador, mas no fim da janela partidária Alessandra Campelo deixou a sigla para se filiar ao PSD e entrar na disputa pela vaga de vice de Omar. Felipe Souza entrou no partido agora e Doutor Gomes é muito próximo de Wilson Lima.


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