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“Assinar o requerimento de impeachment não muda em nada”, diz Amom sobre pedido que afirma estar mal fundamentado

Durante entrevista ao programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da Rede Onda Digital, o deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Manaus, Amom Mandel, explicou por que não assinou o pedido de impeachment, recentemente, protocolado na Câmara dos Deputados. Ainda afirmou que ser de centro não é o mesmo que ser do centrão.


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O deputado argumentou que o pedido estava mal fundamentado em comparação com outros e que a quantidade de assinaturas não justifica sua adesão. Mandel ressaltou que há questões mais graves que poderiam ser alvo de impeachment do que o caso mencionado.

“Impeachment de um presidente: quem acata esse processo é o presidente da Câmara, independentemente da quantidade de assinaturas. Ou seja, as pessoas que dão a impressão ali de que não assinaram o requerimento é ser contra o impeachment estão utilizando má-fé com a opinião pública. Esse é o primeiro ponto a esclarecer. O segundo ponto é que, após olharem esse requerimento, eu acho que existem outros pedidos de impeachment que têm uma fundamentação muito mais sólida. E aí, politicamente, a gente tem que pensar: será que vale a pena aprovar um requerimento de impeachment que não tem uma fundamentação tão forte quanto outros? Só porque tem mais assinaturas, eu acho que não”, declara Amom.

Ele afirmou que sua assinatura não faz diferença no processo, já que a maioria dos pedidos de impeachment são assinados por uma única pessoa e cabe à apreciação do presidente da Câmara. Ele atribuiu a ênfase dada à sua não assinatura a interesses políticos, especialmente em um ano eleitoral.

“De novo, eu vou esclarecer: assinar o requerimento de impeachment não muda em nada. A votação e a maior parte do requerimento de impeachment são assinados por uma única pessoa e simplesmente protocolados. Nesse caso, a deputada que foi a autora do requerimento, ela pediu. Ela convidou diversos deputados para a co-autoria. Eu não fui convidado nesse momento; ela protocolou o requerimento, mas isso não muda em absolutamente nada”.

Centro não é centrão

Amom Mandel esclareceu sua posição ideológica, enfatizando que se considera de centro e não do centrão. Para ele, ser de centro significa votar de acordo com sua consciência e apoiar programas sociais positivos, enquanto se opõe a medidas prejudiciais ao país, como o endividamento descontrolado.

“Politicamente, ser de centro para mim, é ser independente. É votar de acordo com a minha consciência. E obviamente, programas sociais que entrem na votação terão o meu voto positivo. Programas, no entanto, que prevejam ali coisas negativas para o nosso país, o endividamento, o descontrole de gastos e assim por diante. Tem o meu voto contrário”, explica Amom Mandel.

Ele destacou que representa uma parcela da população que não se identifica nem com Lula nem com Bolsonaro, mas busca equilíbrio e representatividade como um político centrado e equilibrado.

“Eu acho que tem muita gente Jefferson (entrevistador), que votou no Bolsonaro e Lula. Não porque apoia diretamente o Bolsonaro, não porque apoia diretamente o Lula, mas porque era contra o Lula ou contra o Bolsonaro”

“Esses eleitores é que compõem o eleitorado de centro. E eu acredito que, pelo menos, eu tento, representar muito bem essas pessoas, sendo equilibrado, ser  de centro politicamente, não é ser centrão, é ser centrado, é ser equilibrado. E é isso que eu busco no meu trabalho, como representante popular”, disse Amom.

 

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Durante entrevista ao programa Meio Dia com Jefferson Coronel, da Rede Onda Digital, o deputado federal e pré-candidato à Prefeitura de Manaus, Amom Mandel, explicou por que não assinou o pedido de impeachment, recentemente, protocolado na Câmara dos Deputados. Ainda afirmou que ser de centro não é o mesmo que ser do centrão.


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“Impeachment de um presidente: quem acata esse processo é o presidente da Câmara, independentemente da quantidade de assinaturas. Ou seja, as pessoas que dão a impressão ali de que não assinaram o requerimento é ser contra o impeachment estão utilizando má-fé com a opinião pública. Esse é o primeiro ponto a esclarecer. O segundo ponto é que, após olharem esse requerimento, eu acho que existem outros pedidos de impeachment que têm uma fundamentação muito mais sólida. E aí, politicamente, a gente tem que pensar: será que vale a pena aprovar um requerimento de impeachment que não tem uma fundamentação tão forte quanto outros? Só porque tem mais assinaturas, eu acho que não”, declara Amom.

Ele afirmou que sua assinatura não faz diferença no processo, já que a maioria dos pedidos de impeachment são assinados por uma única pessoa e cabe à apreciação do presidente da Câmara. Ele atribuiu a ênfase dada à sua não assinatura a interesses políticos, especialmente em um ano eleitoral.

“De novo, eu vou esclarecer: assinar o requerimento de impeachment não muda em nada. A votação e a maior parte do requerimento de impeachment são assinados por uma única pessoa e simplesmente protocolados. Nesse caso, a deputada que foi a autora do requerimento, ela pediu. Ela convidou diversos deputados para a co-autoria. Eu não fui convidado nesse momento; ela protocolou o requerimento, mas isso não muda em absolutamente nada”.

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“Politicamente, ser de centro para mim, é ser independente. É votar de acordo com a minha consciência. E obviamente, programas sociais que entrem na votação terão o meu voto positivo. Programas, no entanto, que prevejam ali coisas negativas para o nosso país, o endividamento, o descontrole de gastos e assim por diante. Tem o meu voto contrário”, explica Amom Mandel.

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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