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Romário devolve R$ 29 mil ao Senado após críticas por atuação na Copa do Mundo

O senador Romário (RJ) devolveu aos cofres públicos, nesta terça-feira (25), R$ 29.048,49, valor equivalente a um mês de seu salário líquido no Senado. A restituição ocorre após a polêmica envolvendo sua atuação como comentarista durante a Copa do Mundo de 2026.

Durante a competição, Romário foi criticado por conciliar a atividade profissional na cobertura dos jogos com o exercício do mandato parlamentar. Na época, o senador afirmou que não tiraria licença e que continuaria participando das sessões e votações de forma remota.

Segundo a assessoria, Romário manteve o registro de presença, participou das atividades legislativas por videoconferência e não teve faltas.

Mesmo assim, diante dos questionamentos, o senador havia anunciado em junho que devolveria o valor correspondente ao período em que esteve trabalhando na Copa.

Senado considerou que Romário tinha direito ao salário

A Advocacia do Senado concluiu que não havia possibilidade jurídica de o parlamentar simplesmente abrir mão do subsídio enquanto permanecesse no exercício regular do mandato.

Como Romário não tirou licença e continuou desempenhando suas funções parlamentares, o Senado considerou que o pagamento do salário era legalmente devido.

Ainda assim, o senador decidiu fazer a devolução por iniciativa própria.

O valor de R$ 29.048,49 foi pago por meio de uma Guia de Recolhimento da União (GRU) e corresponde ao salário líquido mensal, já descontados Imposto de Renda e contribuição previdenciária.


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“Eu disse desde o início que devolveria esse valor e estou cumprindo o que prometi. Continuei trabalhando como senador, participei das sessões e das votações, não tive faltas e, por isso, o próprio Senado entendeu que eu tinha direito ao salário. Mesmo assim, fiz questão de devolver”, afirmou Romário.

Devolução encerra questão financeira

Com a restituição, Romário cumpre a promessa feita durante a Copa e abre mão de um salário que, segundo o entendimento jurídico do Senado, poderia permanecer com ele.

O episódio, porém, ficou marcado pelas críticas recebidas pelo senador durante o Mundial, principalmente em razão da escolha de manter compromissos profissionais como comentarista enquanto exercia o mandato.

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O senador Romário (RJ) devolveu aos cofres públicos, nesta terça-feira (25), R$ 29.048,49, valor equivalente a um mês de seu salário líquido no Senado. A restituição ocorre após a polêmica envolvendo sua atuação como comentarista durante a Copa do Mundo de 2026.

Durante a competição, Romário foi criticado por conciliar a atividade profissional na cobertura dos jogos com o exercício do mandato parlamentar. Na época, o senador afirmou que não tiraria licença e que continuaria participando das sessões e votações de forma remota.

Segundo a assessoria, Romário manteve o registro de presença, participou das atividades legislativas por videoconferência e não teve faltas.

Mesmo assim, diante dos questionamentos, o senador havia anunciado em junho que devolveria o valor correspondente ao período em que esteve trabalhando na Copa.

Senado considerou que Romário tinha direito ao salário

A Advocacia do Senado concluiu que não havia possibilidade jurídica de o parlamentar simplesmente abrir mão do subsídio enquanto permanecesse no exercício regular do mandato.

Como Romário não tirou licença e continuou desempenhando suas funções parlamentares, o Senado considerou que o pagamento do salário era legalmente devido.

Ainda assim, o senador decidiu fazer a devolução por iniciativa própria.

O valor de R$ 29.048,49 foi pago por meio de uma Guia de Recolhimento da União (GRU) e corresponde ao salário líquido mensal, já descontados Imposto de Renda e contribuição previdenciária.


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Com a restituição, Romário cumpre a promessa feita durante a Copa e abre mão de um salário que, segundo o entendimento jurídico do Senado, poderia permanecer com ele.

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