Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Por 10 a 1, STF derruba autorização de enfermeiros a realizarem abortos legais

Por ampla maioria, 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, nesta sexta-feira (24/10), a liminar concedida pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso que permitia a enfermeiros e técnicos em enfermagem realizar abortos legais, como nos casos de estupro, risco à saúde da gestante ou fetos anencéfalos.

A liminar havia sido proferida por Barroso na sexta-feira passada (17/10), seu último dia como integrante da Corte. No dia seguinte (18/10), o ministro se aposentou antecipadamente.

Após a decisão, o plenário virtual do STF iniciou a votação para decidir se a medida seria mantida. A análise foi concluída nesta sexta-feira, com a maioria dos ministros acompanhando o voto divergente de Gilmar Mendes.

Para Mendes, não há urgência que justifique a concessão de uma liminar sobre o tema. O decano do Supremo foi seguido por Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.


Saiba mais: 

STF forma maioria para manter regra que permite nomeação de parentes para cargos políticos

“A vida dessas pessoas é mais suja do que corda de amarrar pato”, diz David Almeida sobre adversários


A liminar de Barroso havia sido proferida em ações de entidades que apontaram a precariedade do atendimento às mulheres que buscam o aborto legal na rede pública de saúde.

O ministro entendeu que profissionais de enfermagem poderiam atuar nos casos de aborto medicamentoso, dentro dos limites de sua formação.

Antes de deixar o STF, Barroso também votou pela descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, mas o julgamento foi suspenso após pedido de destaque feito por Gilmar Mendes. Ainda não há data definida para a retomada da análise.

 

*Com informações da Agência Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Por ampla maioria, 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, nesta sexta-feira (24/10), a liminar concedida pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso que permitia a enfermeiros e técnicos em enfermagem realizar abortos legais, como nos casos de estupro, risco à saúde da gestante ou fetos anencéfalos.

A liminar havia sido proferida por Barroso na sexta-feira passada (17/10), seu último dia como integrante da Corte. No dia seguinte (18/10), o ministro se aposentou antecipadamente.

Após a decisão, o plenário virtual do STF iniciou a votação para decidir se a medida seria mantida. A análise foi concluída nesta sexta-feira, com a maioria dos ministros acompanhando o voto divergente de Gilmar Mendes.

Para Mendes, não há urgência que justifique a concessão de uma liminar sobre o tema. O decano do Supremo foi seguido por Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.


Saiba mais: 

STF forma maioria para manter regra que permite nomeação de parentes para cargos políticos

“A vida dessas pessoas é mais suja do que corda de amarrar pato”, diz David Almeida sobre adversários


A liminar de Barroso havia sido proferida em ações de entidades que apontaram a precariedade do atendimento às mulheres que buscam o aborto legal na rede pública de saúde.

O ministro entendeu que profissionais de enfermagem poderiam atuar nos casos de aborto medicamentoso, dentro dos limites de sua formação.

Antes de deixar o STF, Barroso também votou pela descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, mas o julgamento foi suspenso após pedido de destaque feito por Gilmar Mendes. Ainda não há data definida para a retomada da análise.

 

*Com informações da Agência Brasil.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Carlos Bolsonaro contesta pena de 27 anos do pai e cita ausência no 8 de janeiro

O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) voltou a questionar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a 27 anos e 3...

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Carlos Bolsonaro contesta pena de 27 anos do pai e cita ausência no 8 de janeiro

O senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) voltou a questionar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a 27 anos e 3...

Horário de almoço poderá contar como tempo de serviço sem reduzir salário; entenda

Uma proposta apresentada na Câmara dos Deputados quer garantir que o horário de almoço seja contado como parte da jornada de trabalho, sem desconto...

PT pede PIX de R$ 13 para pagar despesas da campanha de Lula; meta é arrecadar R$ 7 milhões

O Partido dos Trabalhadores (PT) está pedindo doações de R$ 13 via PIX para ajudar a quitar as despesas da campanha eleitoral do presidente...

Flávio Bolsonaro contesta Nunes Marques sobre resultado das eleições

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) contestou neste sábado (7/11) a avaliação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a...

PGR pede suspensão de ações contra proibição das bets

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (6/11) a suspensão, em todo o país, dos processos judiciais...

Lula pode ampliar número de ministérios e chegar a 40 pastas em 2027

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá iniciar um quarto mandato, em janeiro de 2027, com até 40 ministérios. Se confirmada, a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]