Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

STF tem maioria para isentar Petrobras de ação trabalhista bilionária

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, nesta terça (27/2), a decisão que alivia a Petrobras do pagamento de mais de R$ 40 bilhões em adicionais e gratificações exigidos por sindicatos, em meio ao maior processo trabalhista da história da estatal petrolífera.

A Petrobras foi defendida, na maior ação trabalhista de sua história, pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal a qual decidiu que a estatal está livre de pagar mais de R$ 40 bilhões em adicionais e gratificações solicitados por sindicatos.

Sessão virtual garante decisão favorável à Petrobras

A sessão virtual, que deverá ser finalizada oficialmente nesta sexta-feira (01), contou com os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e o recém-empossado Flávio Dino favoráveis à recusa dos embargos de declaração apresentados contra a decisão original. Devido ao entendimento do colegiado, que considerou que os embargos eram apenas uma tentativa de revisão do que já foi analisado e decidido pela Corte, os sindicatos envolvidos no caso foram multados em 1% sobre o valor atualizado da causa.


Leia mais:

Dino estreia no STF com voto sobre repercussão geral na uberização

Não podemos dar de Bambam contra Popó, diz Moraes sobre defesa da democracia  


Contestação dos sindicatos rejeitada pelo STF

Os sindicatos apontaram falhas na decisão de novembro do ano passado, que vetou o pagamento dos adicionais e gratificações. Porém, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, defendeu que não há fundamentação sobre as supostas falhas do acórdão. Moraes destacou que houve uma negociação aberta da Petrobras com os sindicatos e os próprios trabalhadores pela contestação dos valores.

Desfecho do caso

O caso teve origem em 2007, tendo como ponto de partida a criação da complementação da remuneração mínima por nível e regime (RMNR) pela Petrobras, em acordo com o sindicato da categoria. Em 2010, os funcionários começaram a exigir judicialmente que os adicionais fossem pagos em separado. Com o aval do Tribunal Superior do Trabalho, a estatal atualizou a conta em 2022 e incluiu um valor de R$46 bilhões em suas provisões.

De acordo com Moraes, o acórdão da 1ª Turma não trouxe “qualquer omissão acerca dos direitos trabalhistas reconhecidos pela Constituição”. Ele enfatizou que os critérios são isonômicos, razoáveis e proporcionais, acrescentando que “não houve supressão ou redução de qualquer direito trabalhista”.

*com informações de O Antagonista

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve, nesta terça (27/2), a decisão que alivia a Petrobras do pagamento de mais de R$ 40 bilhões em adicionais e gratificações exigidos por sindicatos, em meio ao maior processo trabalhista da história da estatal petrolífera.

A Petrobras foi defendida, na maior ação trabalhista de sua história, pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal a qual decidiu que a estatal está livre de pagar mais de R$ 40 bilhões em adicionais e gratificações solicitados por sindicatos.

Sessão virtual garante decisão favorável à Petrobras

A sessão virtual, que deverá ser finalizada oficialmente nesta sexta-feira (01), contou com os votos dos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e o recém-empossado Flávio Dino favoráveis à recusa dos embargos de declaração apresentados contra a decisão original. Devido ao entendimento do colegiado, que considerou que os embargos eram apenas uma tentativa de revisão do que já foi analisado e decidido pela Corte, os sindicatos envolvidos no caso foram multados em 1% sobre o valor atualizado da causa.


Leia mais:

Dino estreia no STF com voto sobre repercussão geral na uberização

Não podemos dar de Bambam contra Popó, diz Moraes sobre defesa da democracia  


Contestação dos sindicatos rejeitada pelo STF

Os sindicatos apontaram falhas na decisão de novembro do ano passado, que vetou o pagamento dos adicionais e gratificações. Porém, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, defendeu que não há fundamentação sobre as supostas falhas do acórdão. Moraes destacou que houve uma negociação aberta da Petrobras com os sindicatos e os próprios trabalhadores pela contestação dos valores.

Desfecho do caso

O caso teve origem em 2007, tendo como ponto de partida a criação da complementação da remuneração mínima por nível e regime (RMNR) pela Petrobras, em acordo com o sindicato da categoria. Em 2010, os funcionários começaram a exigir judicialmente que os adicionais fossem pagos em separado. Com o aval do Tribunal Superior do Trabalho, a estatal atualizou a conta em 2022 e incluiu um valor de R$46 bilhões em suas provisões.

De acordo com Moraes, o acórdão da 1ª Turma não trouxe “qualquer omissão acerca dos direitos trabalhistas reconhecidos pela Constituição”. Ele enfatizou que os critérios são isonômicos, razoáveis e proporcionais, acrescentando que “não houve supressão ou redução de qualquer direito trabalhista”.

*com informações de O Antagonista

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Quinto Constitucional: Grace Benayon, Marco Choy e Carlos Alberto formam lista tríplice

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) definiu, em sessão do pleno desta terça-feira (11), com votação direta de 24 desembargadores, os três nomes...

Taxa das blusinhas foi articulada pelo Congresso e governadores, afirma Haddad

O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou em entrevista à CNN nesta segunda-feira (10) que a chamada "taxa das blusinhas" não...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Quinto Constitucional: Grace Benayon, Marco Choy e Carlos Alberto formam lista tríplice

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) definiu, em sessão do pleno desta terça-feira (11), com votação direta de 24 desembargadores, os três nomes...

Taxa das blusinhas foi articulada pelo Congresso e governadores, afirma Haddad

O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, afirmou em entrevista à CNN nesta segunda-feira (10) que a chamada "taxa das blusinhas" não...

Desconfiança nas urnas foi plantada sem nenhuma evidência, diz ceo do instituto Ideia

A desconfiança de parte dos brasileiros em relação às urnas eletrônicas segue como um dos desafios para o processo eleitoral e para a confiança...

Kataguiri defende bomba atômica brasileira como instrumento de soberania

O deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) voltou a defender que o Brasil desenvolva armas nucleares como forma de garantir a soberania nacional e ampliar...

Mais de 175 mil vistos foram cancelados no governo Trump; entenda

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda-feira (10) que já revogou mais de 175 mil vistos de estrangeiros durante o governo...

Caiado propõe Lei contra ‘terrorismo doméstico’ e novos presídios

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) apresentou nesta segunda-feira (10/8) seu plano de governo para segurança, chamado de "Operação...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]