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Planalto critica Flávio Bolsonaro após audiência nos EUA sobre tarifaço: “Traição à Pátria”

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu com críticas à participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública realizada nesta terça-feira (7) pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que discute a imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros.

Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), o governo afirmou que o senador “legitimou os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país” e que, em vez de rebater as acusações americanas, optou por sugerir o adiamento das tarifas com, segundo a nota, “claro objetivo eleitoreiro”.

Único a não se posicionar contra as tarifas

Segundo a Secom, entre 34 brasileiros inscritos para se manifestar na audiência, Flávio Bolsonaro foi o único que não se posicionou contra as medidas tarifárias. “Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta”, diz a nota.

O governo também afirmou que o senador defendeu a revogação de decretos brasileiros voltados a prevenir a circulação de conteúdos criminosos e a enfrentar a violência contra mulheres no ambiente digital. Segundo a Secom, “isso só interessa a dois grupos, quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes”.


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Caso Master e vínculo com Vorcaro

De acordo com a nota, Flávio Bolsonaro teria omitido, ao citar o caso Master, sua origem vinculada ao governo de Jair Bolsonaro. O texto também afirma que o senador não mencionou seus próprios vínculos com Daniel Vorcaro, a quem, segundo a Secom, teria pedido mais de R$ 130 milhões para produzir um filme sobre o pai.

O governo afirma que negocia ininterruptamente com os Estados Unidos desde julho de 2025 para reverter as tarifas e que, enquanto Flávio Bolsonaro participava da audiência, técnicos brasileiros mantinham reunião com representantes do USTR sobre o mesmo assunto.

“Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao país e ao povo brasileiro”, conclui a nota.

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O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu com críticas à participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública realizada nesta terça-feira (7) pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que discute a imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros.

Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), o governo afirmou que o senador “legitimou os resultados de uma investigação injusta contra empresários e trabalhadores do nosso país” e que, em vez de rebater as acusações americanas, optou por sugerir o adiamento das tarifas com, segundo a nota, “claro objetivo eleitoreiro”.

Único a não se posicionar contra as tarifas

Segundo a Secom, entre 34 brasileiros inscritos para se manifestar na audiência, Flávio Bolsonaro foi o único que não se posicionou contra as medidas tarifárias. “Em vez de rebater as alegações infundadas do governo norte-americano para taxar o Brasil, o senador optou por legitimar os resultados de uma investigação injusta”, diz a nota.

O governo também afirmou que o senador defendeu a revogação de decretos brasileiros voltados a prevenir a circulação de conteúdos criminosos e a enfrentar a violência contra mulheres no ambiente digital. Segundo a Secom, “isso só interessa a dois grupos, quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes”.


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O governo afirma que negocia ininterruptamente com os Estados Unidos desde julho de 2025 para reverter as tarifas e que, enquanto Flávio Bolsonaro participava da audiência, técnicos brasileiros mantinham reunião com representantes do USTR sobre o mesmo assunto.

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