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TSE mantém inelegibilidade de Claudio Castro até 2030 por 5 votos a 2

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por 5 votos a 2, manter a inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, até 2030. A Corte rejeitou, nesta terça-feira (2/6), os recursos apresentados pela defesa do político e confirmou a condenação por abuso de poder político e econômico, captação ilícita de recursos e práticas vedadas durante as eleições de 2022.

Com a decisão, cresce a expectativa para a retomada do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que irá definir como será escolhido o sucessor definitivo de Castro no governo do Rio de Janeiro: por eleição direta, com voto popular, ou indireta, por meio da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que rejeitou os argumentos das defesas de Claudio Castro e do ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar. Os advogados alegavam falhas processuais e ausência de provas que demonstrassem participação direta dos investigados nas irregularidades eleitorais.


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O colegiado também rejeitou recurso do Ministério Público Eleitoral, que defendia o reconhecimento formal da cassação do diploma de Claudio Castro. O relator entendeu que não houve maioria suficiente entre os ministros no julgamento anterior para consolidar esse entendimento, restando mantida apenas a inelegibilidade.

Claudio Castro renunciou ao cargo em março, antes da conclusão do julgamento que resultou em sua cassação no TSE. Desde então, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, exerce interinamente a chefia do Executivo estadual, conforme determinação do STF.

O Supremo analisa ações apresentadas pelo PSD que questionam o formato da eleição para o chamado mandato-tampão. Antes da suspensão do julgamento, causada por pedido de vista do ministro Flávio Dino, quatro ministros haviam votado pela realização de eleição indireta pela Alerj, enquanto o ministro Cristiano Zanin defendeu eleição direta, sob o argumento de que a renúncia de Castro teria ocorrido para evitar a cassação do mandato.

A expectativa é que, com a conclusão da análise dos recursos no TSE, o STF retome a discussão sobre o modelo de sucessão no comando do estado do Rio de Janeiro.

*Com informações do G1

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por 5 votos a 2, manter a inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, até 2030. A Corte rejeitou, nesta terça-feira (2/6), os recursos apresentados pela defesa do político e confirmou a condenação por abuso de poder político e econômico, captação ilícita de recursos e práticas vedadas durante as eleições de 2022.

Com a decisão, cresce a expectativa para a retomada do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que irá definir como será escolhido o sucessor definitivo de Castro no governo do Rio de Janeiro: por eleição direta, com voto popular, ou indireta, por meio da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

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Claudio Castro renunciou ao cargo em março, antes da conclusão do julgamento que resultou em sua cassação no TSE. Desde então, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, exerce interinamente a chefia do Executivo estadual, conforme determinação do STF.

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*Com informações do G1

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