Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Vereadores se defendem de acusações de violência política contra Profª Jacqueline

A discussão entre a vereadora Jacqueline (União) e Raulzinho (PSDB) continua a ecoar na Câmara Municipal de Manaus (CMM), com vereadores da base rebatendo acusações de violência política de gênero.

Na sessão plenária de segunda-feira (28/2), a vereadora Jacqueline fez denúncias sobre a substituição indiscriminada de diversos gestores de escolas na zona norte de Manaus, sugerindo motivação eleitoreira para essas mudanças, denuncia essa que causou acusações e tumulto durante a sessão.

Nesta quarta-feira (29/2), vereadores da base do prefeito subiram à tribuna para esclarecer e explicar o embate acalorado ocorrido recentemente.

O líder do prefeito, Eduardo Alfaia (PMN), argumentou que a discussão de ontem (28/2) é natural no parlamento e que o local é propício para o debate de ideias, reconhecendo que, devido à polarização, pode haver elevação no tom e na voz. No entanto, ele ressaltou a importância de manter sempre a urbanidade, o respeito e o tratamento adequado.

“O que aconteceu no plenário da casa é natural do parlamento: o embate, a discussão, a polarização, até mesmo o debate de ideias, às vezes a elevação do tom e da voz.

Sempre é necessário manter a urbanidade, o respeito, a ética, o tratamento educado. Agora, não é normal no parlamento se contestar. É normal em um parlamento divergir, até porque se o parlamento não puder mais ter essa postura, é melhor fechar”, diz Alfaia.

O principal envolvido na discussão, o vereador Raulzinho, em discurso ameno, afirmou que buscou manter a cordialidade com a vereadora e que a discussão era apenas de ideias. Ele ressaltou que esse tipo de debate faz parte de qualquer parlamento.

“Em todo o momento do meu posicionamento, sempre busquei ser cordial com a vereadora Jacqueline, que estava nesta tribuna. Apenas debate de ideias, que faz parte de qualquer parlamento, aqui em Manaus e em qualquer Câmara Municipal de qualquer país, de qualquer cidade. E assim vou me colocar. Sou filho de uma mulher, tenho uma bandeira pelas crianças e se trabalho com crianças, senhoras e senhores vereadores, eu respeito a mãe dessas crianças”, disse Raulzinho.

Outros dos vereadores envolvidos na discussão Professor Fransuá (PV) rechaça as acusações de agressão por parte da imprensa e da população. O vereador afirma que Raulzinho apenas fez um contraponto as graves acusações feitas pela parlamentar.

“Tem que falar, mas também tem que ouvir. Tem que ter o contraponto, né? Porque fez acusação (Denúncia). Eu não vi, sinceramente, vereador Raulzinho, na sua fala, nenhuma palavra é que tenha sido desrespeitosa”, declara Fransuá.

Já o presidente da Casa, vereador Caio André (Podemos), argumenta que houve excessos no debate e que os vereadores não podem considerar “normal ou comum que aconteceu no dia de ontem”

“Nós não podemos achar normal ou comum o que aconteceu no dia de ontem (28/2). É fato, é verdade e é notório, e é salutar que dentro do parlamento haja divergências de ideias, divergências políticas, haja o embate de ideias. Mas o que aconteceu no dia de ontem não é e não pode ser considerado normal. E eu digo isso daqui da tribuna, como vereador, não dali da mesa diretora com o cargo no qual estou momentaneamente neste período, ocupando”, disse o presidente Caio André.

Repercussão na Aleam

As deputadas Alessandra Campêlo (Podemos), Debora Menezes e Dra. Mayara Pinheiro além do presidente da casa Roberto Cidade se pronunciaram atráves das suas redes sociais sobre o episódio, oferecendo apoio a vereadora.

 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A discussão entre a vereadora Jacqueline (União) e Raulzinho (PSDB) continua a ecoar na Câmara Municipal de Manaus (CMM), com vereadores da base rebatendo acusações de violência política de gênero.

Na sessão plenária de segunda-feira (28/2), a vereadora Jacqueline fez denúncias sobre a substituição indiscriminada de diversos gestores de escolas na zona norte de Manaus, sugerindo motivação eleitoreira para essas mudanças, denuncia essa que causou acusações e tumulto durante a sessão.

Nesta quarta-feira (29/2), vereadores da base do prefeito subiram à tribuna para esclarecer e explicar o embate acalorado ocorrido recentemente.

O líder do prefeito, Eduardo Alfaia (PMN), argumentou que a discussão de ontem (28/2) é natural no parlamento e que o local é propício para o debate de ideias, reconhecendo que, devido à polarização, pode haver elevação no tom e na voz. No entanto, ele ressaltou a importância de manter sempre a urbanidade, o respeito e o tratamento adequado.

“O que aconteceu no plenário da casa é natural do parlamento: o embate, a discussão, a polarização, até mesmo o debate de ideias, às vezes a elevação do tom e da voz.

Sempre é necessário manter a urbanidade, o respeito, a ética, o tratamento educado. Agora, não é normal no parlamento se contestar. É normal em um parlamento divergir, até porque se o parlamento não puder mais ter essa postura, é melhor fechar”, diz Alfaia.

O principal envolvido na discussão, o vereador Raulzinho, em discurso ameno, afirmou que buscou manter a cordialidade com a vereadora e que a discussão era apenas de ideias. Ele ressaltou que esse tipo de debate faz parte de qualquer parlamento.

“Em todo o momento do meu posicionamento, sempre busquei ser cordial com a vereadora Jacqueline, que estava nesta tribuna. Apenas debate de ideias, que faz parte de qualquer parlamento, aqui em Manaus e em qualquer Câmara Municipal de qualquer país, de qualquer cidade. E assim vou me colocar. Sou filho de uma mulher, tenho uma bandeira pelas crianças e se trabalho com crianças, senhoras e senhores vereadores, eu respeito a mãe dessas crianças”, disse Raulzinho.

Outros dos vereadores envolvidos na discussão Professor Fransuá (PV) rechaça as acusações de agressão por parte da imprensa e da população. O vereador afirma que Raulzinho apenas fez um contraponto as graves acusações feitas pela parlamentar.

“Tem que falar, mas também tem que ouvir. Tem que ter o contraponto, né? Porque fez acusação (Denúncia). Eu não vi, sinceramente, vereador Raulzinho, na sua fala, nenhuma palavra é que tenha sido desrespeitosa”, declara Fransuá.

Já o presidente da Casa, vereador Caio André (Podemos), argumenta que houve excessos no debate e que os vereadores não podem considerar “normal ou comum que aconteceu no dia de ontem”

“Nós não podemos achar normal ou comum o que aconteceu no dia de ontem (28/2). É fato, é verdade e é notório, e é salutar que dentro do parlamento haja divergências de ideias, divergências políticas, haja o embate de ideias. Mas o que aconteceu no dia de ontem não é e não pode ser considerado normal. E eu digo isso daqui da tribuna, como vereador, não dali da mesa diretora com o cargo no qual estou momentaneamente neste período, ocupando”, disse o presidente Caio André.

Repercussão na Aleam

As deputadas Alessandra Campêlo (Podemos), Debora Menezes e Dra. Mayara Pinheiro além do presidente da casa Roberto Cidade se pronunciaram atráves das suas redes sociais sobre o episódio, oferecendo apoio a vereadora.

 

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Temas:
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Convenção reúne PT, PV e PCdoB e fortalece candidatura de Lula no Amazonas

O presidente da Federação Brasil da Esperança, Sinésio Campos (PT), afirmou, neste sábado (1º/8), durante a abertura da convenção que oficializará os candidatos de...

Prefeitura começa o planejamento do Sou Manaus

A Prefeitura de Manaus iniciou, nesta sexta-feira (31/7), o planejamento técnico-operacional do #SouManaus Passo a Paço 2026 com a realização da primeira reunião setorial...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Convenções de PT e Missão oficializam candidaturas presidenciais

São Paulo recebe convenções do Partido Missão e do PT neste fim de semana São Paulo recebe neste fim de semana as convenções nacionais do...

Avante estuda colocar Maria Eunice na disputa pelo Senado

A ex-juíza e candidata a deputada federal Maria Eunice do Nascimento (Avante) passou a ser apontada, nos bastidores políticos, como a principal cotada para...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Bolsonaro decidirá se Michelle será candidata, diz Valdemar

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta sexta-feira (31/7) que o ex-presidente Jair Bolsonaro dará a palavra final sobre a eventual...

Justiça condena Nikolas Ferreira a indenizar PT em R$ 20 mil

A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais ao Partido...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Convenção reúne PT, PV e PCdoB e fortalece candidatura de Lula no Amazonas

O presidente da Federação Brasil da Esperança, Sinésio Campos (PT), afirmou, neste sábado (1º/8), durante a abertura da convenção que oficializará os candidatos de...

Prefeitura começa o planejamento do Sou Manaus

A Prefeitura de Manaus iniciou, nesta sexta-feira (31/7), o planejamento técnico-operacional do #SouManaus Passo a Paço 2026 com a realização da primeira reunião setorial...

Convenções de PT e Missão oficializam candidaturas presidenciais

São Paulo recebe convenções do Partido Missão e do PT neste fim de semana São Paulo recebe neste fim de semana as convenções nacionais do...

Avante estuda colocar Maria Eunice na disputa pelo Senado

A ex-juíza e candidata a deputada federal Maria Eunice do Nascimento (Avante) passou a ser apontada, nos bastidores políticos, como a principal cotada para...

Bolsonaro decidirá se Michelle será candidata, diz Valdemar

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta sexta-feira (31/7) que o ex-presidente Jair Bolsonaro dará a palavra final sobre a eventual...

Justiça condena Nikolas Ferreira a indenizar PT em R$ 20 mil

A Justiça do Distrito Federal condenou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais ao Partido...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]