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Wilson Lima rebate presidente da Colômbia por fala sobre legalização da cocaína: “Enquanto ele defende traficante, nós protegemos a sociedade”

O governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), usou suas redes sociais nesta terça-feira (10/9) para criticar duramente as declarações recentes do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, sobre a legalização da cocaína. As falas ocorreram após o líder colombiano ter participado de um evento no estado, onde teria defendido a ideia de que a legalização da droga poderia contribuir para a preservação da Floresta Amazônica.

Wilson reagiu com indignação, divulgando um vídeo onde mostra uma operação da Companhia de Operações Especiais (COE) que resultou na apreensão de cerca de uma tonelada de entorpecentes em uma área de selva, nas proximidades do município de Santa Isabel do Rio Negro, região de fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru.

“Inacreditável. O presidente da Colômbia esteve aqui no nosso estado, no Amazonas, num evento, falando da legalização da cocaína. Amanhã, se a cocaína fosse legalizada no mundo, não haveria essa destruição da selva amazônica. Sabe o que eu tenho a dizer sobre isso? Enquanto ele defende traficante, a nossa polícia defende a sociedade e o cidadão de bem”, afirmou Wilson.

Em tom firme, o governador também destacou o esforço das forças de segurança amazonenses no combate ao narcotráfico, mencionando diretamente o trabalho da COE, que atua em áreas de selva onde o acesso é difícil e o risco, constante.

“Enquanto ele defende a legalização da cocaína, nós defendemos a proteção das famílias. E olha a ação mais recente dos nossos homens da Companhia de Operações Especiais, da COE. Eles apreenderam uma tonelada de drogas ali numa área de selva próximo ao município de Santa Isabel do Rio Negro”, reforçou.

Wilson Lima ainda foi além e acusou a Colômbia de ser uma das principais rotas de entrada das drogas que circulam pelo território amazonense.

“Sabe de onde essa droga estava vindo? Lá da fronteira com a Colômbia e com o Peru. Parabéns aos bravos policiais que fizeram o dia para o tráfico ficar bem ruim. E esse, naturalmente, é um dia muito bom para o povo do Amazonas”, concluiu.

Contexto internacional

A fala do presidente Gustavo Petro faz parte de um discurso mais amplo, no qual ele defende o fim da guerra às drogas como forma de reduzir os danos sociais, ambientais e econômicos gerados pelo tráfico internacional. No entanto, as declarações têm gerado polêmica entre autoridades brasileiras, especialmente nas regiões mais afetadas pela logística do tráfico transnacional, como é o caso do Amazonas.

Apreensão reforça pressão na fronteira

A apreensão divulgada por Wilson Lima reforça o papel estratégico da região amazônica no combate ao narcotráfico. As fronteiras com a Colômbia e o Peru são reconhecidas como áreas sensíveis, utilizadas por organizações criminosas para o envio de grandes cargas de drogas ao Brasil e, posteriormente, para outros continentes.

Assista ao vídeo: 

 

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O governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), usou suas redes sociais nesta terça-feira (10/9) para criticar duramente as declarações recentes do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, sobre a legalização da cocaína. As falas ocorreram após o líder colombiano ter participado de um evento no estado, onde teria defendido a ideia de que a legalização da droga poderia contribuir para a preservação da Floresta Amazônica.

Wilson reagiu com indignação, divulgando um vídeo onde mostra uma operação da Companhia de Operações Especiais (COE) que resultou na apreensão de cerca de uma tonelada de entorpecentes em uma área de selva, nas proximidades do município de Santa Isabel do Rio Negro, região de fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru.

“Inacreditável. O presidente da Colômbia esteve aqui no nosso estado, no Amazonas, num evento, falando da legalização da cocaína. Amanhã, se a cocaína fosse legalizada no mundo, não haveria essa destruição da selva amazônica. Sabe o que eu tenho a dizer sobre isso? Enquanto ele defende traficante, a nossa polícia defende a sociedade e o cidadão de bem”, afirmou Wilson.

Em tom firme, o governador também destacou o esforço das forças de segurança amazonenses no combate ao narcotráfico, mencionando diretamente o trabalho da COE, que atua em áreas de selva onde o acesso é difícil e o risco, constante.

“Enquanto ele defende a legalização da cocaína, nós defendemos a proteção das famílias. E olha a ação mais recente dos nossos homens da Companhia de Operações Especiais, da COE. Eles apreenderam uma tonelada de drogas ali numa área de selva próximo ao município de Santa Isabel do Rio Negro”, reforçou.

Wilson Lima ainda foi além e acusou a Colômbia de ser uma das principais rotas de entrada das drogas que circulam pelo território amazonense.

“Sabe de onde essa droga estava vindo? Lá da fronteira com a Colômbia e com o Peru. Parabéns aos bravos policiais que fizeram o dia para o tráfico ficar bem ruim. E esse, naturalmente, é um dia muito bom para o povo do Amazonas”, concluiu.

Contexto internacional

A fala do presidente Gustavo Petro faz parte de um discurso mais amplo, no qual ele defende o fim da guerra às drogas como forma de reduzir os danos sociais, ambientais e econômicos gerados pelo tráfico internacional. No entanto, as declarações têm gerado polêmica entre autoridades brasileiras, especialmente nas regiões mais afetadas pela logística do tráfico transnacional, como é o caso do Amazonas.

Apreensão reforça pressão na fronteira

A apreensão divulgada por Wilson Lima reforça o papel estratégico da região amazônica no combate ao narcotráfico. As fronteiras com a Colômbia e o Peru são reconhecidas como áreas sensíveis, utilizadas por organizações criminosas para o envio de grandes cargas de drogas ao Brasil e, posteriormente, para outros continentes.

Assista ao vídeo: 

 

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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