O advogado Túlio Freitas classificou como “uma pocilga” as condições do antigo Núcleo Prisional da Polícia Militar (NUPPM) em Manaus e afirmou que o espaço representava uma afronta aos direitos humanos.
Ele integra a defesa de PMs que estavam presos no local e que foram transferidos para a nova Unidade Prisional da Polícia Militar do Amazonas (UPPM/AM), na rodovia BR-174, na Zona Rural de Manaus.
“Uma pocilga, seria uma afronta aos direitos humanos, que, aí eu volto a frisar, ainda que policiais militares tenham corrido algum delito, eles continuam sendo cidadãos de direitos. E o único direito que, em tese, foi tolido foi a liberdade”, destacou.
Segundo ele, a estrutura anterior era totalmente insalubre e chegou a ser alvo de pedidos de melhorias por parte de advogados e também de apontamentos do Ministério Público.
A atuação do Ministério Público, por meio da 60ª Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial (Proceap), também foi elogiada pelo advogado, que atribuiu à instituição um papel importante na reestruturação do sistema de custódia da Polícia Militar no Amazonas.