
Em entrevista a jornalistas, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou: “Os estados têm os registros, os boletins de ocorrência, o estado tem as denúncias recebidas, tem os encaminhamentos. O que se quer é trabalhar de forma integrada. É impossível que a gente tome uma decisão aqui, mesmo no 180, achando que em todos os estados, em todas as circunstâncias, as coisas devem acontecer de forma igual. Não é assim”.
Quase todos os estados que ainda não aderiram são comandados por opositores ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dois deles são governados por nomes cotados como presidenciáveis: Goiás, por Ronaldo Caiado, e Minas Gerais, por Romeu Zema.
Em 2025, o Ligue 180 recebeu 155 mil denúncias de violência contra a mulher, um aumento de 17,4% em relação a 2024.