Trechos de um documentário ainda inédito da Netflix colocaram novamente Suzane von Richthofen no centro das discussões nas redes sociais.

Intitulada “Suzane Vai Falar”, a produção teve partes vazadas recentemente, o que ampliou a repercussão antes mesmo do lançamento oficial. Paralelamente, informações de bastidores também vieram à tona: segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo, Suzane teria recebido cerca de R$ 500 mil para participar do projeto.
O documentário revisita a trajetória da condenada pelo assassinato dos pais, em 2002, e conta com um depoimento exclusivo que conduz a narrativa. A obra ainda está em fase de pós-produção e deve ser lançada ainda este ano.
Exibido previamente para um grupo restrito, incluindo jornalistas, o conteúdo traz detalhes da vida atual de Suzane, como sua rotina familiar ao lado do marido e do filho, além de momentos íntimos, como celebrações de fim de ano. No entanto, o foco principal segue sendo sua infância e o período em que ocorreu o crime que chocou o país.
A produção já provoca debates sobre os limites éticos de dar visibilidade e remuneração a personagens envolvidos em crimes de grande repercussão.