O Amazonas se prepara para uma possível estiagem severa com o início das dragagens previstas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) a partir de agosto. O serviço consiste na retirada de areia e sedimentos acumulados no fundo dos rios para garantir a navegação em trechos considerados críticos, como a passagem do Tabocal e a Enseada do Madeira.
A medida ganha importância diante da possibilidade de atuação do fenômeno El Niño, que pode intensificar a seca na região. Sem a dragagem, embarcações podem ser obrigadas a reduzir a carga transportada, aumentando os custos logísticos e gerando impactos no abastecimento do Amazonas, como ocorreu em estiagens anteriores.
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