Na noite de terça (12/5), o ator Juliano Cazarré participou de um debate na GloboNews sobre o papel do homem na sociedade atual com a psicanalista Vera Iaconelli e o jornalista Ismael dos Anjos. Cazarré está lançando um curso intitulado “O Farol e a Forja”, focado em masculinidade e valores familiares.
Cazarré questionou a associação de seu evento para homens com a violência contra mulheres. “Não é o foco do meu curso e não é o homem que eu sou”, afirmou. E sem citar fontes, disse que homens são mais vítimas de violência no país do que mulheres. Ele disse que em determinado período, 2.500 homens foram assassinados por mulheres, enquanto 1.500 mulheres foram assassinadas por homens.
“O Brasil é um país violento contra homens, contra negros, contra brancos, contra crianças, contra idosos. É um dos países que mais matam no mundo. Mata muito homem, inclusive mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres”, completou o ator.
Ele também negou relação com o movimento redpill, que prega a misoginia. “Para um redpill, eu sou o ser mais abjeto do mundo: sou casado, tenho seis filhos e, quando eu conheci a minha mulher, ela estava grávida do meu primeiro filho. Adotei um filho que não era meu, isso para um redpill é a morte. Eu não poderia ser mais anti-redpill do que eu sou. O meu curso é só um pouco de bom senso”, disse.
