Levantamentos internacionais divulgados entre 2025 e 2026 colocam o Brasil entre os países considerados “livres” e com democracia eleitoral consolidada, mas ainda distante das nações com melhores índices de governança e Estado de Direito.

Relatórios de instituições da Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Canadá apontam que o país mantém estabilidade democrática, direitos civis e ampla participação política, apesar de desafios em áreas como justiça, segurança jurídica e eficiência institucional.
Entre os principais indicadores, o Brasil foi classificado como:
“democracia eleitoral” pelo V-Dem Institute;
“país livre” pela Freedom House;
“democracia imperfeita” no Democracy Index, da Economist Intelligence Unit.
No ranking Global State of Democracy, o país aparece:
43º em Representação;
63º em Direitos;
52º em Estado de Direito;
6º em Participação política.
Já no Bertelsmann Transformation Index, o Brasil ocupa:
22ª posição em transformação política;
34ª em governança;
24ª em desempenho econômico.
Outros levantamentos mostram o Brasil em:
78º lugar no índice global de Estado de Direito, do World Justice Project;
66ª posição em liberdade humana, segundo Cato Institute e Fraser Institute.
Os estudos analisam critérios como eleições, liberdade de expressão, funcionamento das instituições, corrupção, segurança jurídica e participação popular para medir a qualidade da democracia no mundo.