A FIFA está em negociações com federações nacionais para ampliar a premiação destinada às 48 seleções que participarão da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.
A proposta deve ser apresentada no próximo congresso da entidade, marcado para este domingo (26) em Vancouver, no Canadá. Segundo informações iniciais, a premiação total do torneio pode ser até 50% maior em comparação com a edição de 2022, no Catar. Na última Copa, a Fifa distribuiu US$ 440 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões), sendo US$ 42 milhões para a seleção campeã, a Argentina.
Apesar de ainda não divulgar valores oficiais, a entidade indicou que o aumento está ligado ao crescimento das receitas no ciclo atual, que vai de 2023 a 2026. A expectativa é de arrecadação recorde, impulsionada principalmente pelo novo formato do Mundial, que contará com mais seleções e maior número de jogos.
Além da premiação esportiva, a Fifa também prevê ampliar os repasses para as federações nacionais, com foco no desenvolvimento do futebol. Esses recursos incluem apoio a clubes que liberam jogadores para o torneio e investimentos em programas de base.
A edição de 2026 também trará mudanças no modelo de distribuição financeira. No último ciclo, a entidade destinou cerca de US$ 209 milhões para clubes e mais de US$ 440 milhões em prêmios às seleções. Com o novo formato, a tendência é que esses valores aumentem significativamente.
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira com 48 seleções e acontecerá entre os dias 11 de junho e 19 de julho. A competição marca uma nova fase do torneio, tanto em formato quanto em impacto econômico, com expectativa de recordes de audiência, receita e investimento no futebol global.