
As Forças de Defesa de Israel (FDI) concluíram nesta terça-feira (21/4) o inquérito do caso em que um soldado israelense destruiu a marretadas uma estátua de Cristo na aldeia de Debel, no sul do Líbano. Segundo a FDI, sete militares estiveram envolvidos no incidente: um vandalizou a estátua, um segundo filmou a ação e os demais testemunharam o ato.
O soldado que destruiu a estátua e o que filmou o ato serão removidos do serviço de combate e ficarão 30 dias em detenção militar, informou o Exército israelense. Já os demais foram convocados para prestar depoimento.
O Exército de Israel publicou na rede social X que já substituiu a estátua quebrada de Cristo por uma nova, no mesmo local. Comunicado oficial da FDI afirmou: “A FDI expressa profundo arrependimento pelo incidente e enfatiza que suas operações no Líbano são direcionadas exclusivamente contra a organização terrorista Hezbollah e outros grupos terroristas, e não contra civis libaneses”.
A imagem da destruição da estátua causou comoção em todo o mundo desde que foi revelada no último fim de semana. Até comentaristas de direita dos Estados Unidos rapidamente se manifestaram sobre a foto, como Matt Gaetz, ex-conselheiro do presidente Donald Trump e ex-congressista. Ele condenou o ato e criticou Israel, país aliado dos EUA.