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Suspensão do passe livre estudantil foi feita “na surdina”, afirma Sinésio Campos

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A suspensão do passe livre estudantil em Manaus foi feita “na surdina”, sem diálogo prévio com os estudantes, a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) ou outras instituições. A afirmação é do deputado estadual Sinésio Campos (PT), que classificou a medida como um ato “covarde”. Segundo ele, os cartões dos alunos deixaram de ser recarregados sem qualquer comunicação, prejudicando o deslocamento dos estudantes e o andamento do ano letivo.

O parlamentar também questionou os valores cobrados pelo transporte coletivo e pediu que o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) apresente a planilha de custos do serviço. Sinésio quer esclarecer se a cobrança considera a tarifa cheia ou a meia-passagem, que tem parte do valor custeada pelo Governo do Amazonas. Ele ainda contestou a falta de diálogo sobre a dívida do sistema e afirmou que os estudantes são os mais prejudicados pela situação.

Como propostas para resolver o problema, o deputado defendeu a revisão dos custos do transporte e a discussão sobre a gratuidade do serviço, com participação das três esferas de governo: municipal, estadual e federal. Sinésio afirmou que os estudantes não podem perder um direito já conquistado e cobrou que o Sinetram compareça à Assembleia para prestar esclarecimentos.