A Anthropic, dona da ferramenta de Inteligência Artificial Claude, atualizou sua política de uso para vetar o comportamento abusivo ou cruel, sustentado e desnecessário, direcionado à IA, segundo informação divulgada pela AFP.
O laboratório de IA com sede em San Francisco incluiu uma nova regra para coibir interações abusivas com seus modelos. A empresa passou a vetar o “comportamento abusivo ou cruel, sustentado e desnecessário” direcionado ao Claude.
Claude será o principal mecanismo de aplicação
A Anthropic afirma que a própria IA seguirá como principal forma de conter esse tipo de situação. “A capacidade do Claude de encerrar essas interações continuará sendo o principal mecanismo de aplicação”, diz o texto da empresa.
No ano passado, a empresa já havia anunciado que daria ao Claude a opção de encerrar conversas em casos raros e extremos, quando o usuário demonstrasse crueldade ou abuso para com a IA.
Leia mais:
Papa Leão XIV pede regras mais rígidas para uso da inteligência artificial
Claude vai revelar quem criou texto com IA; veja como funciona
Debate sobre consciência das IAs
A medida se soma a um debate filosófico entre pesquisadores sobre se as IAs realmente possuem consciência. Em fevereiro, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, disse não ter certeza se os modelos podem ser conscientes. “Não sabemos se os modelos são conscientes… mas estamos abertos à ideia de que isso possa ocorrer”, afirmou ao The New York Times.
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A Anthropic, dona da ferramenta de Inteligência Artificial Claude, atualizou sua política de uso para vetar o comportamento abusivo ou cruel, sustentado e desnecessário, direcionado à IA, segundo informação divulgada pela AFP.
O laboratório de IA com sede em San Francisco incluiu uma nova regra para coibir interações abusivas com seus modelos. A empresa passou a vetar o “comportamento abusivo ou cruel, sustentado e desnecessário” direcionado ao Claude.
Claude será o principal mecanismo de aplicação
A Anthropic afirma que a própria IA seguirá como principal forma de conter esse tipo de situação. “A capacidade do Claude de encerrar essas interações continuará sendo o principal mecanismo de aplicação”, diz o texto da empresa.
No ano passado, a empresa já havia anunciado que daria ao Claude a opção de encerrar conversas em casos raros e extremos, quando o usuário demonstrasse crueldade ou abuso para com a IA.
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Debate sobre consciência das IAs
A medida se soma a um debate filosófico entre pesquisadores sobre se as IAs realmente possuem consciência. Em fevereiro, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, disse não ter certeza se os modelos podem ser conscientes. “Não sabemos se os modelos são conscientes… mas estamos abertos à ideia de que isso possa ocorrer”, afirmou ao The New York Times.
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