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Após denúncia, abatedouro clandestino de aves é interditado em Manaus

Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) apreenderam, no último sábado (28), aproximadamente 800 aves, sendo 450 vivas e 350 abatidas, em um abatedouro clandestino, localizado no bairro Novo Israel, zona norte de Manaus.

A ação, que contou com apoio de policiais da 18ª Companhia Interativa Comunitária (18ª Cicom), partiu de uma denúncia anônima. Uma vez que as aves não apresentavam nenhuma condição para consumo humano, foram todas destinadas ao zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), onde poderão, após análise dos técnicos do zoológico, servir como alimentação dos animais.

O diretor-presidente da Adaf, José Omena, disse que a autarquia adotou tolerância zero com a clandestinidade.

“É uma questão de saúde pública. O clandestino abate de qualquer jeito, sem nenhum cuidado higiênico-sanitário, colocando no mercado aves potencialmente contaminadas, oferecendo risco aos consumidores, além de competir de forma desigual com o empreendedor legalizado, inspecionado pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e que investe para oferecer produtos de qualidade assegurada”, disse o gestor.

O fiscal agropecuário, médico veterinário Leonardo Nogueira Assis, informa que as aves eram abatidas de maneira completamente irregular e mantidas em condições absurdas, com precariedade extrema.

“O abatedouro funcionava no fundo de um quintal, em um cenário de terror. O transporte era feito sem a Guia de Trânsito Animal (GTA); e as aves abatidas também eram temperadas para venda ao consumidor final em feiras da cidade. O proprietário foi autuado e o local, interditado”, disse Assis, orientando que a população tenha máximo cuidado com os produtos de origem animal que consome.

Participaram da operação, também, o médico veterinário Fladson Martins e o técnico agropecuário Carlos Petrônio. A população pode contribuir no combate à clandestinidade. Irregularidades na produção, transporte e armazenamento de produtos de origem animal podem ser denunciadas à Adaf pelo AdafOuv, por meio do número (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).

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Fiscais da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) apreenderam, no último sábado (28), aproximadamente 800 aves, sendo 450 vivas e 350 abatidas, em um abatedouro clandestino, localizado no bairro Novo Israel, zona norte de Manaus.

A ação, que contou com apoio de policiais da 18ª Companhia Interativa Comunitária (18ª Cicom), partiu de uma denúncia anônima. Uma vez que as aves não apresentavam nenhuma condição para consumo humano, foram todas destinadas ao zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), onde poderão, após análise dos técnicos do zoológico, servir como alimentação dos animais.

O diretor-presidente da Adaf, José Omena, disse que a autarquia adotou tolerância zero com a clandestinidade.

“É uma questão de saúde pública. O clandestino abate de qualquer jeito, sem nenhum cuidado higiênico-sanitário, colocando no mercado aves potencialmente contaminadas, oferecendo risco aos consumidores, além de competir de forma desigual com o empreendedor legalizado, inspecionado pelo Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e que investe para oferecer produtos de qualidade assegurada”, disse o gestor.

O fiscal agropecuário, médico veterinário Leonardo Nogueira Assis, informa que as aves eram abatidas de maneira completamente irregular e mantidas em condições absurdas, com precariedade extrema.

“O abatedouro funcionava no fundo de um quintal, em um cenário de terror. O transporte era feito sem a Guia de Trânsito Animal (GTA); e as aves abatidas também eram temperadas para venda ao consumidor final em feiras da cidade. O proprietário foi autuado e o local, interditado”, disse Assis, orientando que a população tenha máximo cuidado com os produtos de origem animal que consome.

Participaram da operação, também, o médico veterinário Fladson Martins e o técnico agropecuário Carlos Petrônio. A população pode contribuir no combate à clandestinidade. Irregularidades na produção, transporte e armazenamento de produtos de origem animal podem ser denunciadas à Adaf pelo AdafOuv, por meio do número (92) 99380-9174 (ligação e WhatsApp).

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