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Bumbódromo: Marialvo Brandão propõe alternativa com mais espaço para público

O vice-presidente do Boi Garantido e candidato à presidência do bumbá, Marialvo Brandão, defendeu mudanças na estrutura do Bumbódromo de Parintins, mas afirmou não considerar necessária a ampliação da arena.

Em entrevista ao Onda News, transmitida pela Rede Onda Digital e simultaneamente pela rádio Antena 1 Manaus (92.3 FM), nesta quinta-feira (13/8), ele disse que os investimentos devem priorizar as acomodações destinadas ao público e a criação de novos espaços para patrocinadores.

Segundo Marialvo, um dos principais problemas atuais é a limitação de espaços disponíveis para venda de ingressos. Ele destacou ainda que parte significativa da capacidade do Bumbódromo precisa ser destinada gratuitamente ao público, conforme regras da legislação de incentivo à cultura.

“Não necessariamente dobrar o tamanho do Bumbódromo”, afirmou o candidato, ao defender uma intervenção mais específica na estrutura do festival.

Para ele, uma alternativa seria ampliar as áreas destinadas ao público e construir um novo complexo de camarotes ou espaços para patrocinadores. Na avaliação de Marialvo, essa medida aumentaria a capacidade de atendimento sem provocar impactos ainda maiores na mobilidade de Parintins durante o festival.

O candidato também criticou a possibilidade de uma grande ampliação da arena, pelos impactos que poderiam ser causados no entorno do Bumbódromo. Segundo ele, intervenções dessa dimensão poderiam exigir desapropriações de vários quarteirões e agravar os problemas de circulação na cidade durante o Festival de Parintins.

“É muito complexo isso”, afirmou.

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Galpões na Praça dos Bois

Como alternativa para melhorar a logística do espetáculo, Marialvo defendeu a construção de dois grandes galpões na Praça dos Bois, em frente ao Bumbódromo. Segundo ele, a proposta permitiria que as alegorias fossem produzidas no local, levadas diretamente para a arena durante as apresentações e depois retornassem aos galpões.

Para o candidato, a medida reduziria a necessidade de transportar alegorias pelas ruas de Parintins, evitando bloqueios de vias e transtornos para moradores e turistas.

“Seria a saída para o espetáculo em relação à produção e à apresentação”, afirmou.

Marialvo também citou a possibilidade de instalação de uma praça de alimentação no complexo, projeto que, segundo ele, já existe e passou por avaliação.

Apesar disso, o candidato ponderou que uma estrutura desse porte precisa considerar as rotas de emergência utilizadas pelo Corpo de Bombeiros e pelos serviços de saúde, já que o fechamento das vias no entorno poderia comprometer a segurança e o atendimento durante o festival.

Risco de “elefante branco”

Marialvo defendeu ainda que qualquer mudança estrutural no Bumbódromo seja discutida diretamente com os profissionais que participam da produção do espetáculo e conhecem a dinâmica do Festival de Parintins. Para ele, projetos elaborados apenas sob a perspectiva de engenharia estrutural podem não resolver os problemas enfrentados durante a realização da festa.

“Levar o setor de engenharia que conhece o festival só na parte estrutural do Bumbódromo não vai resolver o problema”, afirmou.

O candidato também questionou a utilidade de uma estrutura gigantesca nos demais meses do ano. Para ele, uma obra de grande porte precisa ter função permanente, sob risco de se tornar um investimento sem uso fora do período do festival.

“É criar uma estrutura gigantesca, bonita, mas o que vai se fazer o resto do ano? Então, cria um elefante branco ali”, declarou.

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O vice-presidente do Boi Garantido e candidato à presidência do bumbá, Marialvo Brandão, defendeu mudanças na estrutura do Bumbódromo de Parintins, mas afirmou não considerar necessária a ampliação da arena.

Em entrevista ao Onda News, transmitida pela Rede Onda Digital e simultaneamente pela rádio Antena 1 Manaus (92.3 FM), nesta quinta-feira (13/8), ele disse que os investimentos devem priorizar as acomodações destinadas ao público e a criação de novos espaços para patrocinadores.

Segundo Marialvo, um dos principais problemas atuais é a limitação de espaços disponíveis para venda de ingressos. Ele destacou ainda que parte significativa da capacidade do Bumbódromo precisa ser destinada gratuitamente ao público, conforme regras da legislação de incentivo à cultura.

“Não necessariamente dobrar o tamanho do Bumbódromo”, afirmou o candidato, ao defender uma intervenção mais específica na estrutura do festival.

Para ele, uma alternativa seria ampliar as áreas destinadas ao público e construir um novo complexo de camarotes ou espaços para patrocinadores. Na avaliação de Marialvo, essa medida aumentaria a capacidade de atendimento sem provocar impactos ainda maiores na mobilidade de Parintins durante o festival.

O candidato também criticou a possibilidade de uma grande ampliação da arena, pelos impactos que poderiam ser causados no entorno do Bumbódromo. Segundo ele, intervenções dessa dimensão poderiam exigir desapropriações de vários quarteirões e agravar os problemas de circulação na cidade durante o Festival de Parintins.

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Galpões na Praça dos Bois

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Para o candidato, a medida reduziria a necessidade de transportar alegorias pelas ruas de Parintins, evitando bloqueios de vias e transtornos para moradores e turistas.

“Seria a saída para o espetáculo em relação à produção e à apresentação”, afirmou.

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