Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Caso Clisia: “Espero que ele pague por muitos anos”, diz a irmã da vítima

Carla Silva, irmã de Clisia Lima da Silva, que foi assassinada pelo marido, expressou sua dor e indignação após a morte da irmã.

Carla Silva, irmã de Clisia Lima da Silva, que foi assassinada pelo marido, o engenheiro mecânico Edson Fernando Sales Cardoso, expressou sua dor e indignação após a morte da irmã. O corpo de Clisia foi encontrado boiando em um açude do rio Jaguari, no interior de São Paulo na quarta-feira (30/10).

“A gente não tem familiares próximos a ela. Para chegar uma notícia dessas, eu peguei um voo às pressas, consegui uma passagem de última hora para chegar aqui e fazer o reconhecimento do corpo da minha irmã. Eu queria tanto que não fosse ela”, desabafou em uma entrevista ao jornal Bragança.

Carla afirmou que espera que o ex-cunhado pague pelo crime.

“O que ele fez, eu espero que ele pague por muitos e muitos anos. Que a lei se cumpra e que isso sirva de alerta para muitas mulheres. Que abram os olhos e denunciem, porque isso é um caso muito sério que tem que acabar, que tem que ser denunciado”, afirmou.


Leia mais:

Caso Clisia: marido que matou amazonense em SP usava ketamina, diz irmã da vítima

Caso Clisia: Governo do Estado garante translado do corpo da amazonense morta pelo marido em SP

Caso Clisia: corpo da amazonense assassinada pelo marido em SP chega em Manaus neste sábado (2)


O Caso

O corpo de Clisia foi encontrado boiando em um açude do rio Jaguari, nas proximidades da rodovia José Augusto Freire, no bairro Barrocão, no município de Piracaia, no interior de São Paulo.

O principal suspeito do crime é o marido, o engenheiro mecânico Edson Fernando, que foi localizado em Extrema, no sul de Minas Gerais, e está sob custódia da Justiça de São Paulo, na delegacia de Piracaia.

Segundo o delegado Luiz Carlos Zilioti, titular da unidade policial de Piracaia, “não há dúvidas que Edson Fernando cometeu o crime e pode ter sido auxiliado por alguém”. Edson Fernando preferiu se manter em silêncio durante o interrogatório.

O laudo do IML apontou como causa da morte de Clisia politraumatismo craniano e na coluna, causado por pancadas. Clisia era natural de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) e deixa uma filha de 17 anos.

O corpo de Clisia deve chegar em Manaus na madrugada de domingo (03/11), onde acontecerá a despedida da família e dos amigos. O local do velório ainda não foi definido.

 

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Carla Silva, irmã de Clisia Lima da Silva, que foi assassinada pelo marido, o engenheiro mecânico Edson Fernando Sales Cardoso, expressou sua dor e indignação após a morte da irmã. O corpo de Clisia foi encontrado boiando em um açude do rio Jaguari, no interior de São Paulo na quarta-feira (30/10).

“A gente não tem familiares próximos a ela. Para chegar uma notícia dessas, eu peguei um voo às pressas, consegui uma passagem de última hora para chegar aqui e fazer o reconhecimento do corpo da minha irmã. Eu queria tanto que não fosse ela”, desabafou em uma entrevista ao jornal Bragança.

Carla afirmou que espera que o ex-cunhado pague pelo crime.

“O que ele fez, eu espero que ele pague por muitos e muitos anos. Que a lei se cumpra e que isso sirva de alerta para muitas mulheres. Que abram os olhos e denunciem, porque isso é um caso muito sério que tem que acabar, que tem que ser denunciado”, afirmou.


Leia mais:

Caso Clisia: marido que matou amazonense em SP usava ketamina, diz irmã da vítima

Caso Clisia: Governo do Estado garante translado do corpo da amazonense morta pelo marido em SP

Caso Clisia: corpo da amazonense assassinada pelo marido em SP chega em Manaus neste sábado (2)


O Caso

O corpo de Clisia foi encontrado boiando em um açude do rio Jaguari, nas proximidades da rodovia José Augusto Freire, no bairro Barrocão, no município de Piracaia, no interior de São Paulo.

O principal suspeito do crime é o marido, o engenheiro mecânico Edson Fernando, que foi localizado em Extrema, no sul de Minas Gerais, e está sob custódia da Justiça de São Paulo, na delegacia de Piracaia.

Segundo o delegado Luiz Carlos Zilioti, titular da unidade policial de Piracaia, “não há dúvidas que Edson Fernando cometeu o crime e pode ter sido auxiliado por alguém”. Edson Fernando preferiu se manter em silêncio durante o interrogatório.

O laudo do IML apontou como causa da morte de Clisia politraumatismo craniano e na coluna, causado por pancadas. Clisia era natural de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus) e deixa uma filha de 17 anos.

O corpo de Clisia deve chegar em Manaus na madrugada de domingo (03/11), onde acontecerá a despedida da família e dos amigos. O local do velório ainda não foi definido.

 

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]