Um vídeo que mostra uma cobra sobre um túmulo no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, conhecido como Cemitério do Tarumã, viralizou nas redes sociais nesta quinta-feira (23/7). O local fica na avenida do Turismo, bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus.
Nas imagens, o animal aparece sobre uma sepultura durante um serviço de limpeza e manutenção realizado por trabalhadores do cemitério. O funcionário responsável pelo registro alertou que a vegetação existente nos arredores pode servir de abrigo para cobras e outros animais silvestres, o que exige atenção durante a execução das atividades.
Apesar da repercussão recente, a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) esclareceu que o episódio não ocorreu nesta quinta-feira. Segundo o órgão, o vídeo foi gravado no dia 12 de junho, data do último registro de uma cobra na área.
Na ocasião, a administração do cemitério acionou a Polícia Ambiental, que realizou a retirada segura do animal. Não houve informações sobre pessoas feridas.
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De acordo com a Semulsp, o aparecimento ocasional de animais silvestres está relacionado à extensa área de vegetação que cerca o cemitério e à proximidade com a bacia hidrográfica do Tarumã-Açu. A localização favorece a circulação de espécies da fauna amazônica.
A secretaria informou ainda que mantém monitoramento permanente no cemitério. Quando animais silvestres são encontrados, a administração aciona os órgãos ambientais responsáveis pelo resgate e pela destinação adequada.
Nota à imprensa
A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), informa que, nesta quinta-feira (23), não houve registro da presença de cobra no Cemitério Nossa Senhora Aparecida.
O vídeo que circula nas redes sociais foi gravado no dia 12 de junho deste ano, data do último caso registrado no local. Na ocasião, a gerência do cemitério acionou imediatamente a Polícia Ambiental, que realizou a remoção segura do animal.
A presença eventual de animais silvestres pode ocorrer em razão da extensa área de vegetação existente no entorno do cemitério e da proximidade com a bacia hidrográfica do Tarumã-Açu.
A Semulsp reforça que mantém acompanhamento permanente da área e, sempre que situações semelhantes são identificadas, aciona os órgãos ambientais competentes para a adoção das medidas necessárias.

