Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Conheça o “recado amazônico” que o Governo Wilson Lima quer passar na COP-30

O secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Costa Taveira, afirmou que o Governo do Amazonas não “está esperando pelo mundo” na questão ambiental e este será o recado que o Estado quer passar durante a realização da 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), que começa, na próxima segunda-feira (10), em Belém do Pará.

“O governo está desenvolvendo seus mecanismos (de financiamento) e vai demonstrar tanto que está fazendo a parte dele como também desenvolvmento mecanismos que podem ser implementados em qualquer lugar do mundo para responder aos  problemas de financiamento da agenda climática”, afirmou Taveira.

Na COP, o Amazonas mostrará aos países desenvolvidos que a missão de proteger a floresta é exercida por pessoas que estão sendo beneficiadas com as políticas públicas desenvolvidas pelo governo Wilson Lima (União Brasil) que elas usam voluntariamente, sem imposições de cima para baixo.

“A primeira missão de uma política ambiental é pensar nas pessoas. Todo o desenho da agenda ambiental para o desenvolvimento sustentável no Amazonas leva em conta as pessoas que vivem na floresta, que estão, como diz o governador Wilson Lima, embaixo da copa das árvores e o google não mostra. São essas pessoas que são responsáveis por manter esse grande bioma funcionando”, afirma o secretário, acrescentando que cuidar dessas pessoas significa também fazer com que a política pública esteja acessível  a elas.


Saiba mais:

Parlamentares do Amazonas terão quase R$ 1 bilhão em emendas no ano eleitoral de 2026

Oposição e base “travam batalha regimental” antes de votar reforma da Previdência


Oportunidade de mostrar a realidade amazônica

Eduardo Taveira acredita que a realização da COP em Belém é uma oportunidade única para o Brasil mostrar a verdadeira fotografia da região e, principalmente, mostrar uma realidade dita por quem vive, mora e trabalha na região.

“Sem bairrismo, não dá para falar da Amazônia sem chamar a gente, mas isso não é a prática. Geralmente se pensa, se fala e se faz sugestões sem a gente estar por perto. Na COP será diferente! Vamos ter a ciência produzida nas nossas universidades falando da gente, mostraremos as políticas públicas desenhadas a partir da nossa realidade e dizer que tudo isso tem um custo”, afirmou0. 

Para o secretário, fazer todo o sistema ambiental amazônico funcionar e beneficiar o mundo todo tem um custo que atualmente é pago por quem menos contribuiu para o abismo climático que prejudica todos os países do mundo. “Há um abismo entre o que os países ricos querem e os desafios que temos de superar. Mostrar essa fotografia in loco será uma oportunidade única”, concluiu.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O secretário de Estado do Meio Ambiente, Eduardo Costa Taveira, afirmou que o Governo do Amazonas não “está esperando pelo mundo” na questão ambiental e este será o recado que o Estado quer passar durante a realização da 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP30), que começa, na próxima segunda-feira (10), em Belém do Pará.

“O governo está desenvolvendo seus mecanismos (de financiamento) e vai demonstrar tanto que está fazendo a parte dele como também desenvolvmento mecanismos que podem ser implementados em qualquer lugar do mundo para responder aos  problemas de financiamento da agenda climática”, afirmou Taveira.

Na COP, o Amazonas mostrará aos países desenvolvidos que a missão de proteger a floresta é exercida por pessoas que estão sendo beneficiadas com as políticas públicas desenvolvidas pelo governo Wilson Lima (União Brasil) que elas usam voluntariamente, sem imposições de cima para baixo.

“A primeira missão de uma política ambiental é pensar nas pessoas. Todo o desenho da agenda ambiental para o desenvolvimento sustentável no Amazonas leva em conta as pessoas que vivem na floresta, que estão, como diz o governador Wilson Lima, embaixo da copa das árvores e o google não mostra. São essas pessoas que são responsáveis por manter esse grande bioma funcionando”, afirma o secretário, acrescentando que cuidar dessas pessoas significa também fazer com que a política pública esteja acessível  a elas.


Saiba mais:

Parlamentares do Amazonas terão quase R$ 1 bilhão em emendas no ano eleitoral de 2026

Oposição e base “travam batalha regimental” antes de votar reforma da Previdência


Oportunidade de mostrar a realidade amazônica

Eduardo Taveira acredita que a realização da COP em Belém é uma oportunidade única para o Brasil mostrar a verdadeira fotografia da região e, principalmente, mostrar uma realidade dita por quem vive, mora e trabalha na região.

“Sem bairrismo, não dá para falar da Amazônia sem chamar a gente, mas isso não é a prática. Geralmente se pensa, se fala e se faz sugestões sem a gente estar por perto. Na COP será diferente! Vamos ter a ciência produzida nas nossas universidades falando da gente, mostraremos as políticas públicas desenhadas a partir da nossa realidade e dizer que tudo isso tem um custo”, afirmou0. 

Para o secretário, fazer todo o sistema ambiental amazônico funcionar e beneficiar o mundo todo tem um custo que atualmente é pago por quem menos contribuiu para o abismo climático que prejudica todos os países do mundo. “Há um abismo entre o que os países ricos querem e os desafios que temos de superar. Mostrar essa fotografia in loco será uma oportunidade única”, concluiu.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]