Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Deputados apontam risco de colapso econômico em Barcelos com demarcação de terras indígenas

Durante a sessão da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) desta quarta-feira (6), a deputada Joana Darc (União Brasil) e o deputado João Luiz (Republicanos) fizeram críticas à atuação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e ao processo de demarcação de terras indígenas no município de Barcelos.

Os parlamentares manifestaram preocupação com possíveis impactos econômicos na cidade, especialmente em atividades como turismo, pesca ornamental e pesca esportiva.

Em discurso, Joana Darc afirmou que a ampliação de áreas demarcadas pode comprometer o desenvolvimento do município. Segundo ela, há risco de que a medida afete atividades econômicas essenciais e até o acesso fluvial da região.

“É possível, sim, demarcar terras indígenas, mas tem que se pensar também no desenvolvimento do nosso Amazonas”, afirmou.

Ela também mencionou que Barcelos depende de atividades como a pesca ornamental, a pesca esportiva e a extração de piaçava, que poderiam ser impactadas caso haja restrições territoriais mais amplas.


Leia mais

BR-319: licitações são reagendadas e obras voltam ao cronograma

TRF1 derruba suspensão e libera licitação para obras na BR-319


Críticas à condução do processo

Já o deputado João Luiz criticou a atuação da Funai no município e afirmou que a condução do processo de demarcação pode gerar prejuízos econômicos significativos.

Segundo ele, o turismo de pesca esportiva movimenta cerca de R$ 150 milhões por ano em Barcelos, valor que, na avaliação do parlamentar, poderia ser comprometido com a ampliação das áreas indígenas.

O deputado também mencionou preocupações de empresários locais, como donos de hotéis e pousadas, e afirmou que há temor de retração econômica.

Além disso, João Luiz criticou a logística envolvendo a pesca ornamental e apontou dificuldades operacionais relacionadas à fiscalização e transporte.

Durante sua fala, o parlamentar também fez críticas às condições enfrentadas por povos indígenas na região, afirmando que há relatos de situações precárias de atendimento. Ele defendeu maior presença e atuação humanizada por parte dos órgãos federais responsáveis.

A reportagem entrou em contato com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e aguarda posicionamento sobre as declarações feitas pelos parlamentares.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Durante a sessão da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) desta quarta-feira (6), a deputada Joana Darc (União Brasil) e o deputado João Luiz (Republicanos) fizeram críticas à atuação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e ao processo de demarcação de terras indígenas no município de Barcelos.

Os parlamentares manifestaram preocupação com possíveis impactos econômicos na cidade, especialmente em atividades como turismo, pesca ornamental e pesca esportiva.

Em discurso, Joana Darc afirmou que a ampliação de áreas demarcadas pode comprometer o desenvolvimento do município. Segundo ela, há risco de que a medida afete atividades econômicas essenciais e até o acesso fluvial da região.

“É possível, sim, demarcar terras indígenas, mas tem que se pensar também no desenvolvimento do nosso Amazonas”, afirmou.

Ela também mencionou que Barcelos depende de atividades como a pesca ornamental, a pesca esportiva e a extração de piaçava, que poderiam ser impactadas caso haja restrições territoriais mais amplas.


Leia mais

BR-319: licitações são reagendadas e obras voltam ao cronograma

TRF1 derruba suspensão e libera licitação para obras na BR-319


Críticas à condução do processo

Já o deputado João Luiz criticou a atuação da Funai no município e afirmou que a condução do processo de demarcação pode gerar prejuízos econômicos significativos.

Segundo ele, o turismo de pesca esportiva movimenta cerca de R$ 150 milhões por ano em Barcelos, valor que, na avaliação do parlamentar, poderia ser comprometido com a ampliação das áreas indígenas.

O deputado também mencionou preocupações de empresários locais, como donos de hotéis e pousadas, e afirmou que há temor de retração econômica.

Além disso, João Luiz criticou a logística envolvendo a pesca ornamental e apontou dificuldades operacionais relacionadas à fiscalização e transporte.

Durante sua fala, o parlamentar também fez críticas às condições enfrentadas por povos indígenas na região, afirmando que há relatos de situações precárias de atendimento. Ele defendeu maior presença e atuação humanizada por parte dos órgãos federais responsáveis.

A reportagem entrou em contato com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e aguarda posicionamento sobre as declarações feitas pelos parlamentares.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]