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Fumaça de queimadas na Amazônia é registrada por Satélite da NASA

A fumaça não tem sido percebida somente pelos amazonenses e em imagens divulgadas pela Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, dos EUA, a NASA, que divulgou uma imagem que mostra o resultado das queimadas na Amazônia.
Segundo a NASA, as imagens mostram uma dispersão de fumaça “inusitada e intensa”, entre Roraima, Amazonas e Pará. A foto foi publicada nesta segunda-feira (12/08) nas redes sociais da agência.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma sofreu seu pior mês de julho das últimas duas décadas, com mais de 11 mil focos de calor registrados.
As imagens que mostram a densa fumaça foram captadas no dia 4 de agosto deste ano pelo satélite Aqua da Nasa, que capta e analisa o ciclo da água no planeta, como as precipitações e evaporações.

Leia mais:


Conforme os registros, a fumaça estava na região do município de Apuí, que fica 455.27 km de distância da capital amazonense, e ao longo da rodovia BR-163, no sul do Pará.
No relatório, há descrição de plumas triangulares de fumaça e que se assemelham a espinhas de peixe e que saíram de áreas de desmatamento e próximo a estradas e vicinais.
“plumas triangulares” de fumaça saíram de áreas de desmatamento, muitas vezes próximas a estradas vicinais, criando um “padrão de espinha de peixe” de terras desmatadas quando vistas de cima’, diz o relatório da NASA.
Esse padrão surge quando uma estrada principal é aberta em uma área de floresta e, a partir dela, são criadas estradas secundárias, criando uma série de áreas desmatadas que se assemelham a uma espinha de peixe.
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A fumaça não tem sido percebida somente pelos amazonenses e em imagens divulgadas pela Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço, dos EUA, a NASA, que divulgou uma imagem que mostra o resultado das queimadas na Amazônia.
Segundo a NASA, as imagens mostram uma dispersão de fumaça “inusitada e intensa”, entre Roraima, Amazonas e Pará. A foto foi publicada nesta segunda-feira (12/08) nas redes sociais da agência.
Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma sofreu seu pior mês de julho das últimas duas décadas, com mais de 11 mil focos de calor registrados.
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