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Governo federal prorroga atuação de militares em Boca do Acre

O governo federal prorrogou, por 90 dias, o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à Fundação Nacional do Índio (Funai), na Terra Indígena Camicuã, em Boca do Acre, no sul Amazonas. A região tem histórico de denúncias de plantio e tráfico de drogas. A medida consta em portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (17).

Os militares vão atuar nas ações de preservação da ordem pública, da segurança das pessoas e preservação do patrimônio. As atividades serão em caráter episódico e planejado, por 90 dias, até 12 de janeiro de 2023.

 

Leia mais:

Força vai atuar em Terra Indígena em Boca do Acre

 

Secretário de Educação de Boca do Acre é alvo de ação por acúmulo indevido de cargos

 

De acordo com o documento assinado pelo ministro Anderson Torres, o número de militares a ser disponibilizados obedecerá ao planejamento definido pela Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública e da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

A Terra Indígena Camicuã foi homologada pelo Decreto nº 381, de 24 de dezembro de 1991. A demarcação administrativa foi realizada pela Funai. A terra é habitada pelo grupo indígena Apurinã, e está localizada no município amazonense de Boca do Acre.

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O governo federal prorrogou, por 90 dias, o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à Fundação Nacional do Índio (Funai), na Terra Indígena Camicuã, em Boca do Acre, no sul Amazonas. A região tem histórico de denúncias de plantio e tráfico de drogas. A medida consta em portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (17).

Os militares vão atuar nas ações de preservação da ordem pública, da segurança das pessoas e preservação do patrimônio. As atividades serão em caráter episódico e planejado, por 90 dias, até 12 de janeiro de 2023.

 

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Jornalismo
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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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