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Incêndio em fábrica no Distrito segue fora de controle em Manaus, aponta bombeiros

O oficial detalhou que até o momento, 93 bombeiros e 24 viaturas foram mobilizados para o combate às chamas

O incêndio de grandes proporções que atinge desde a manhã desta terça-feira (5/8) uma fábrica de automóveis e veículos comerciais na Avenida Flamboyant, no Distrito Industrial II, zona Leste de Manaus, segue fora de controle.

Bombeiros seguem atuando com reforço e estratégias de contenção

Segundo a subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), coronel Borges, o incêndio está confinado, mas ainda não foi controlado. O oficial detalhou que até o momento, 93 bombeiros e 24 viaturas (incluindo caminhões, picapes e ambulâncias) foram mobilizados para o combate às chamas. O contingente pode aumentar, já que novos reforços foram solicitados ao comando-geral da corporação.

“Estamos na fase do combate. O incêndio está confinado na parte que queimou, dali ele não passa mais. Mas ainda não está controlado”, afirmou a coronel.

Questionada sobre a origem do fogo, Borges foi enfática ao dizer que não há, até agora, confirmação oficial sobre as causas, inclusive sobre uma possível explosão na rede elétrica.

“Não temos informações sobre o que causou o incêndio. Isso só será investigado após o controle total do fogo”, completou.

A preocupação com a área de mata nos fundos da fábrica foi esclarecida pela coronel. Segundo ela, existe um ácero natural (faixa de proteção) e os carros dos bombeiros estão posicionados estrategicamente nessa região para evitar a propagação das chamas.

“O fogo não passou para a mata. Nossos veículos estão lá e estão impedindo o avanço”, garantiu.

A maior complexidade, segundo a coronel Borges, está no tipo de material que queima dentro da fábrica, classificado como altamente inflamável.

“Para esse tipo de material, é preciso muita água e o uso intensivo de espuma, chamada de LGE – líquido gerador de espuma – que é um sabão concentrado eficiente no combate a incêndios industriais.”

O abastecimento de água também é um desafio. Há apenas dois pontos de abastecimento na fábrica, e muitos veículos precisam sair para buscar água fora do local.

Apesar da gravidade do incêndio, nenhuma vítima foi registrada até o momento. A coronel Borges ainda afirmou que as fábricas vizinhas não foram atingidas, graças ao trabalho de contenção feito com água e espuma.

“Vamos trabalhar durante toda a noite. Ainda teremos o rescaldo. Não é um incêndio de rápida resolução”, destacou a coronel.

Sindicato dos Metalúrgicos acompanha e oferece suporte

O Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas emitiu nota oficial informando que está acompanhando o caso com atenção e preocupação, oferecendo apoio direto aos trabalhadores da Effa Motors, que integra a base sindical da entidade.

“O mais importante neste momento é garantir que os trabalhadores recebam toda a assistência necessária: médica, psicológica, jurídica, e que seus direitos estejam protegidos”, afirmou Valdemir Santana, presidente do sindicato.

A entidade reforçou seu compromisso com a segurança no ambiente de trabalho e se colocou à disposição para colaborar com as autoridades.

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O incêndio de grandes proporções que atinge desde a manhã desta terça-feira (5/8) uma fábrica de automóveis e veículos comerciais na Avenida Flamboyant, no Distrito Industrial II, zona Leste de Manaus, segue fora de controle.

Bombeiros seguem atuando com reforço e estratégias de contenção

Segundo a subcomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), coronel Borges, o incêndio está confinado, mas ainda não foi controlado. O oficial detalhou que até o momento, 93 bombeiros e 24 viaturas (incluindo caminhões, picapes e ambulâncias) foram mobilizados para o combate às chamas. O contingente pode aumentar, já que novos reforços foram solicitados ao comando-geral da corporação.

“Estamos na fase do combate. O incêndio está confinado na parte que queimou, dali ele não passa mais. Mas ainda não está controlado”, afirmou a coronel.

Questionada sobre a origem do fogo, Borges foi enfática ao dizer que não há, até agora, confirmação oficial sobre as causas, inclusive sobre uma possível explosão na rede elétrica.

“Não temos informações sobre o que causou o incêndio. Isso só será investigado após o controle total do fogo”, completou.

A preocupação com a área de mata nos fundos da fábrica foi esclarecida pela coronel. Segundo ela, existe um ácero natural (faixa de proteção) e os carros dos bombeiros estão posicionados estrategicamente nessa região para evitar a propagação das chamas.

“O fogo não passou para a mata. Nossos veículos estão lá e estão impedindo o avanço”, garantiu.

A maior complexidade, segundo a coronel Borges, está no tipo de material que queima dentro da fábrica, classificado como altamente inflamável.

“Para esse tipo de material, é preciso muita água e o uso intensivo de espuma, chamada de LGE – líquido gerador de espuma – que é um sabão concentrado eficiente no combate a incêndios industriais.”

O abastecimento de água também é um desafio. Há apenas dois pontos de abastecimento na fábrica, e muitos veículos precisam sair para buscar água fora do local.

Apesar da gravidade do incêndio, nenhuma vítima foi registrada até o momento. A coronel Borges ainda afirmou que as fábricas vizinhas não foram atingidas, graças ao trabalho de contenção feito com água e espuma.

“Vamos trabalhar durante toda a noite. Ainda teremos o rescaldo. Não é um incêndio de rápida resolução”, destacou a coronel.

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“O mais importante neste momento é garantir que os trabalhadores recebam toda a assistência necessária: médica, psicológica, jurídica, e que seus direitos estejam protegidos”, afirmou Valdemir Santana, presidente do sindicato.

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