Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Mãe defende filho de racismo e agride universitária em faculdade de Manaus

“Respeita meu filho!”, grita mulher ao atacar estudante na saída da faculdade; seguranças não interferem

Um vídeo que circula nas redes sociais na noite desta segunda-feira (9/6) mostra uma briga entre duas mulheres em frente a uma faculdade particular de Manaus, localizada na avenida Constantino Nery, zona Centro-Sul da capital. Segundo informações, a confusão começou após um universitário relatar à mãe que foi alvo de racismo dentro da instituição.

De acordo com testemunhas, o jovem contou à mãe que uma colega da instituição o chamou de “preto” e “macaco” . Revoltada, a mulher foi até a porta da faculdade durante a saída dos alunos e confrontou a estudante acusada. No vídeo, ela aparece gritando “respeita meu filho!” e desferindo vários tapas e puxões de cabelo na universitária, que tenta se defender da agressão. Uma terceira mulher também aparece no vídeo agredindo a estudante.

A situação se agravou com a presença de outros alunos, que gravaram o embate. É possível ver nas imagens que seguranças da instituição estão no local, mas não intervêm para separar a briga imediatamente. A separação só acontece após a insistência de outras pessoas que assistiam a cena.


Leia mais:

VÍDEO: suspeito de roubo é agredido com pedrada ao ser capturado por populares em Manaus

Criminosos são presos após assaltar sargento da PM em Manaus


O vídeo viralizou rapidamente nas redes sociais e gerou debates sobre racismo, segurança no ambiente universitário e os limites das reações diante de ofensas graves. Até o momento, não há confirmação oficial de que um boletim de ocorrência (B.O.) tenha sido registrado pelas partes envolvidas.

A equipe de reportagem solicitou uma nota oficial da faculdade sobre o ocorrido. Leia abaixo.

O Centro Universitário Fametro vem a público manifestar seu repúdio a qualquer ato de racismo, agressão ou comportamento que fira os princípios de respeito e convivência ética.

Como instituição de ensino comprometida com a educação e o desenvolvimento dos nossos alunos, não toleramos atitudes discriminatórias ou violentas dentro ou fora do ambiente acadêmico.

Estamos apurando os fatos relacionados ao ocorrido e, após ouvir todas as partes envolvidas, tomaremos as medidas cabíveis para garantir a integridade, a segurança e o bem-estar de toda a comunidade acadêmica.

Reafirmamos nosso compromisso com uma educação de qualidade, inclusiva e com a formação de cidadãos éticos, responsáveis e conscientes do seu papel na sociedade.

Centro Universitário Fametro

Veja os vídeos:

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Um vídeo que circula nas redes sociais na noite desta segunda-feira (9/6) mostra uma briga entre duas mulheres em frente a uma faculdade particular de Manaus, localizada na avenida Constantino Nery, zona Centro-Sul da capital. Segundo informações, a confusão começou após um universitário relatar à mãe que foi alvo de racismo dentro da instituição.

De acordo com testemunhas, o jovem contou à mãe que uma colega da instituição o chamou de “preto” e “macaco” . Revoltada, a mulher foi até a porta da faculdade durante a saída dos alunos e confrontou a estudante acusada. No vídeo, ela aparece gritando “respeita meu filho!” e desferindo vários tapas e puxões de cabelo na universitária, que tenta se defender da agressão. Uma terceira mulher também aparece no vídeo agredindo a estudante.

A situação se agravou com a presença de outros alunos, que gravaram o embate. É possível ver nas imagens que seguranças da instituição estão no local, mas não intervêm para separar a briga imediatamente. A separação só acontece após a insistência de outras pessoas que assistiam a cena.


Leia mais:

VÍDEO: suspeito de roubo é agredido com pedrada ao ser capturado por populares em Manaus

Criminosos são presos após assaltar sargento da PM em Manaus


O vídeo viralizou rapidamente nas redes sociais e gerou debates sobre racismo, segurança no ambiente universitário e os limites das reações diante de ofensas graves. Até o momento, não há confirmação oficial de que um boletim de ocorrência (B.O.) tenha sido registrado pelas partes envolvidas.

A equipe de reportagem solicitou uma nota oficial da faculdade sobre o ocorrido. Leia abaixo.

O Centro Universitário Fametro vem a público manifestar seu repúdio a qualquer ato de racismo, agressão ou comportamento que fira os princípios de respeito e convivência ética.

Como instituição de ensino comprometida com a educação e o desenvolvimento dos nossos alunos, não toleramos atitudes discriminatórias ou violentas dentro ou fora do ambiente acadêmico.

Estamos apurando os fatos relacionados ao ocorrido e, após ouvir todas as partes envolvidas, tomaremos as medidas cabíveis para garantir a integridade, a segurança e o bem-estar de toda a comunidade acadêmica.

Reafirmamos nosso compromisso com uma educação de qualidade, inclusiva e com a formação de cidadãos éticos, responsáveis e conscientes do seu papel na sociedade.

Centro Universitário Fametro

Veja os vídeos:

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...

Pesquisa aponta que frutos da Amazônia podem ajudar a frear diabetes e obesidade

Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) têm revelado o potencial de frutos amazônicos como açaí, camu-camu, pupunha, tucumã e cubiu...

Especialista explica por que terremotos na Venezuela foram sentidos no Amazonas

Os moradores dos municípios de Barcelos e Iranduba, no interior do Amazonas, relataram tremores após dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 atingirem a...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]