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Violência doméstica é tema de palestra para mães de estudantes

A Prefeitura de Manaus mobilizou mães e responsáveis dos alunos da escola municipal de educação especial André Vidal de Araújo, localizada no bairro Nossa Senhora das Graças, zona Sul, a participarem da palestra “Violência doméstica e familiar: não se cale”, nos três turnos da unidade de ensino.

A programação contou com a parceria da Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), que disponibilizou acadêmicas do curso de psicologia para a condução das palestras.

O evento faz parte do projeto “Bem Viver Família André Vidal de Araújo (AVA)” da escola, implantado em março deste ano, com atividades como artesanato, hidroginástica, palestras, culinária, oficinas e roda de conversa. A meta é planejar ações para o desenvolvimento de um trabalho coletivo no ambiente escolar, envolvendo os pais dos alunos em atividades de promoção à saúde, bem-estar físico e mental, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

Para a coordenadora de projetos especiais da escola, Waslany Bittencourt, é uma ação muito importante para alertar, orientar, mas acima de tudo prestar um serviço de apoio às mães dos alunos.

“Nosso intuito é trazer os familiares para a escola, a partir daí nós realizamos as atividades de artesanato, as palestras de conscientização com vários temas, como hidroginástica, artesanato, entre outros, que agregam muito os pais na renda familiar. Essas palestras visam fazer com que os pais fiquem mais na escola, se entendam mais dos temas, porque trazemos vários temas importantes para a vida deles e na melhora da vida em família”, completou.

A doméstica Roberia da Silva Paiva, 58 anos, mãe do aluno da 1ª fase da Educação de Jovens e Adultos (Eja) inclusiva, Lucas Henrique da Silva Paiva, 21 anos, sempre participa dos eventos da escola. Para ela, o tema veio em um momento oportuno, porque todas precisam conhecer um pouco mais sobre isso.

“A violência doméstica acontece em qualquer lugar, seja dentro de casa, no trabalho e seja com mulheres negras, brancas, pobres, qualquer tipo de violência, seja de assédio, ou qualquer coisa, já é um abuso. Não fique calada, tem que denunciar. Essa palestra é importante para as mães da escola André Vidal, porque elas ficam cientes, pois pode até acontecer, mas ficam com medo de denunciar para não perder o parceiro”, concluiu.

Uma das palestrantes do encontro, Ariane dos Anjos Chaves, acadêmica do 6º período do curso de psicologia, afirmou que o tema é extremamente importante, pois é algo que está presente com um dos problemas da sociedade.

“A importância de elas saberem dos seus direitos, de saber que ela pode contar com a polícia, que tem uma grande rede de apoio aqui em Manaus, que muita gente não sabe. A gente enfatiza o que ela deve fazer para sair da situação de risco do feminicídio, da violência doméstica, que é vivida dentro de casa. O psicológico afeta a questão da depressão, a ansiedade, estresse, enfim, a violência física a gente vem querendo conscientizar essas mães a procurarem seus direitos, a denunciar, a falar e assim conscientizar mais pessoas”, explicou.

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A Prefeitura de Manaus mobilizou mães e responsáveis dos alunos da escola municipal de educação especial André Vidal de Araújo, localizada no bairro Nossa Senhora das Graças, zona Sul, a participarem da palestra “Violência doméstica e familiar: não se cale”, nos três turnos da unidade de ensino.

A programação contou com a parceria da Faculdade Metropolitana de Manaus (Fametro), que disponibilizou acadêmicas do curso de psicologia para a condução das palestras.

O evento faz parte do projeto “Bem Viver Família André Vidal de Araújo (AVA)” da escola, implantado em março deste ano, com atividades como artesanato, hidroginástica, palestras, culinária, oficinas e roda de conversa. A meta é planejar ações para o desenvolvimento de um trabalho coletivo no ambiente escolar, envolvendo os pais dos alunos em atividades de promoção à saúde, bem-estar físico e mental, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida.

Para a coordenadora de projetos especiais da escola, Waslany Bittencourt, é uma ação muito importante para alertar, orientar, mas acima de tudo prestar um serviço de apoio às mães dos alunos.

“Nosso intuito é trazer os familiares para a escola, a partir daí nós realizamos as atividades de artesanato, as palestras de conscientização com vários temas, como hidroginástica, artesanato, entre outros, que agregam muito os pais na renda familiar. Essas palestras visam fazer com que os pais fiquem mais na escola, se entendam mais dos temas, porque trazemos vários temas importantes para a vida deles e na melhora da vida em família”, completou.

A doméstica Roberia da Silva Paiva, 58 anos, mãe do aluno da 1ª fase da Educação de Jovens e Adultos (Eja) inclusiva, Lucas Henrique da Silva Paiva, 21 anos, sempre participa dos eventos da escola. Para ela, o tema veio em um momento oportuno, porque todas precisam conhecer um pouco mais sobre isso.

“A violência doméstica acontece em qualquer lugar, seja dentro de casa, no trabalho e seja com mulheres negras, brancas, pobres, qualquer tipo de violência, seja de assédio, ou qualquer coisa, já é um abuso. Não fique calada, tem que denunciar. Essa palestra é importante para as mães da escola André Vidal, porque elas ficam cientes, pois pode até acontecer, mas ficam com medo de denunciar para não perder o parceiro”, concluiu.

Uma das palestrantes do encontro, Ariane dos Anjos Chaves, acadêmica do 6º período do curso de psicologia, afirmou que o tema é extremamente importante, pois é algo que está presente com um dos problemas da sociedade.

“A importância de elas saberem dos seus direitos, de saber que ela pode contar com a polícia, que tem uma grande rede de apoio aqui em Manaus, que muita gente não sabe. A gente enfatiza o que ela deve fazer para sair da situação de risco do feminicídio, da violência doméstica, que é vivida dentro de casa. O psicológico afeta a questão da depressão, a ansiedade, estresse, enfim, a violência física a gente vem querendo conscientizar essas mães a procurarem seus direitos, a denunciar, a falar e assim conscientizar mais pessoas”, explicou.

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