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MP investiga indícios de combinação de preços de gasolina em 55 postos de Manaus

As investigações foram motivadas por indícios de combinação de preços da gasolina comum em 55 postos da capital amazonense.

O Ministério Público do Amazonas (MPAM), instaurou inquéritos civis para investigar 55 postos de combustível em Manaus. As investigações foram motivadas por indícios de combinação de preços da gasolina. Conforme o MPAM, essa prática fere a escolha do consumidor e impede a livre concorrência entre revendedores.

A investigação está sendo realizada com base na pesquisa do Programa Estadual de Proteção e Orientação do Consumidor (Procon Amazonas), que desde 2023 realiza levantamento semanal nos postos de várias zonas da cidade. A pesquisa do Procon é uma forma de orientar os consumidores e estimular a livre concorrência entre as empresas.

Com a pesquisa do Procon, o Ministério Público constatou um padrão único de valores estabelecidos pelas empresas de combustíveis, que são seguidos em todas as zonas da cidade. A prática é considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor, uma vez que tira o direito de escolha dos consumidores diante da igualdade de valores dos estabelecimentos.


LEIA MAIS:

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A titular da 81ª promotoria de Justiça Especializada na Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon),promotora Sheyla Andrade verificou o padrão estabelecido pelos postos de Manaus.

“Consta nas planilhas de pesquisas semanais de preços elaboradas pelo Procon-AM, por exemplo, o uso de valores idênticos para o litro da gasolina comum, como R$ 5,99 e R$ 6,59, mas em postos diferentes em vários bairros da capital”.

Entre os combustíveis avaliados pela pesquisa do Procon Amazonas, estão a gasolina comum, a gasolina aditivada, o etanol hidratado, o óleo diesel comum (não aditivado) e o diesel S10 (aditivado).

Aos postos de gasolina arrolados no inquérito, o Prodecon concedeu um prazo de 15 dias para manifestação em relação à investigação, observando o direito ao contraditório dentro do processo civil. Os nomes dos postos não foram divulgados.

O MPAM investiga práticas relacionadas aos postos de combustíveis desde maio de 2023, quando abriu um Procedimento Administrativo (PA) para apurar irregularidades relacionadas aos preços dos combustíveis e supostas práticas ilícitas das distribuidoras amazonenses.

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM), instaurou inquéritos civis para investigar 55 postos de combustível em Manaus. As investigações foram motivadas por indícios de combinação de preços da gasolina. Conforme o MPAM, essa prática fere a escolha do consumidor e impede a livre concorrência entre revendedores.

A investigação está sendo realizada com base na pesquisa do Programa Estadual de Proteção e Orientação do Consumidor (Procon Amazonas), que desde 2023 realiza levantamento semanal nos postos de várias zonas da cidade. A pesquisa do Procon é uma forma de orientar os consumidores e estimular a livre concorrência entre as empresas.

Com a pesquisa do Procon, o Ministério Público constatou um padrão único de valores estabelecidos pelas empresas de combustíveis, que são seguidos em todas as zonas da cidade. A prática é considerada abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor, uma vez que tira o direito de escolha dos consumidores diante da igualdade de valores dos estabelecimentos.


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“Consta nas planilhas de pesquisas semanais de preços elaboradas pelo Procon-AM, por exemplo, o uso de valores idênticos para o litro da gasolina comum, como R$ 5,99 e R$ 6,59, mas em postos diferentes em vários bairros da capital”.

Entre os combustíveis avaliados pela pesquisa do Procon Amazonas, estão a gasolina comum, a gasolina aditivada, o etanol hidratado, o óleo diesel comum (não aditivado) e o diesel S10 (aditivado).

Aos postos de gasolina arrolados no inquérito, o Prodecon concedeu um prazo de 15 dias para manifestação em relação à investigação, observando o direito ao contraditório dentro do processo civil. Os nomes dos postos não foram divulgados.

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