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Pesquisadores encontram fóssil de tartaruga gigante no Acre; animal viveu há 13 milhões de anos

A espécie habitou a região durante o período Mioceno, que abrange entre 23 e 5,3 milhões de anos atrás

Pesquisadores do Acre e de São Paulo fizeram uma descoberta que pode lançar novas luzes sobre a história da fauna amazônica: um fóssil da Stupendemys geographicus, uma tartaruga gigante que viveu há cerca de 13 milhões de anos, foi encontrado às margens do Rio Acre, no interior do estado.

A espécie habitou a região durante o período Mioceno, que abrange entre 23 e 5,3 milhões de anos atrás. Estima-se que esse tipo de tartaruga tenha vivido entre 13 e 7 milhões de anos na área que hoje corresponde ao norte da América do Sul.

A escavação aconteceu na região de Boca dos Patos, no município de Assis Brasil, dentro da Terra Indígena Cabeceira do Rio Acre, próxima à fronteira com o Peru. O achado faz parte das atividades da Iniciativa Amazônia+10, projeto que reúne cientistas em prol do resgate da biodiversidade fóssil da floresta.


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O transporte do fóssil até a Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, tem sido um desafio logístico. O acesso ao local envolve horas de deslocamento por terra e por rio, especialmente com o nível das águas mais baixo neste período.

A primeira tentativa de levar o material em uma caminhonete não teve sucesso, devido ao peso e ao tamanho da peça. Agora, a equipe aguarda a chegada de um caminhão da universidade para completar o transporte até a capital.

A Ufac já abriga um dos mais importantes acervos paleontológicos da região, com mais de 6 mil fósseis de animais que viveram entre 5 e 8 milhões de anos na Amazônia — e a nova descoberta promete enriquecer ainda mais esse patrimônio científico.

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Pesquisadores do Acre e de São Paulo fizeram uma descoberta que pode lançar novas luzes sobre a história da fauna amazônica: um fóssil da Stupendemys geographicus, uma tartaruga gigante que viveu há cerca de 13 milhões de anos, foi encontrado às margens do Rio Acre, no interior do estado.

A espécie habitou a região durante o período Mioceno, que abrange entre 23 e 5,3 milhões de anos atrás. Estima-se que esse tipo de tartaruga tenha vivido entre 13 e 7 milhões de anos na área que hoje corresponde ao norte da América do Sul.

A escavação aconteceu na região de Boca dos Patos, no município de Assis Brasil, dentro da Terra Indígena Cabeceira do Rio Acre, próxima à fronteira com o Peru. O achado faz parte das atividades da Iniciativa Amazônia+10, projeto que reúne cientistas em prol do resgate da biodiversidade fóssil da floresta.


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