Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Prevenção a golpes: juiz Flávio Albuquerque lança 6ª cartilha com alerta à população sobre falsos advogados e alvarás judiciais

Com o aumento expressivo de fraudes envolvendo falsos advogados e falsos alvarás judiciais, o juiz Flávio Henrique Albuquerque de Freitas, titular do 3º Juizado da Fazenda Pública e membro da Terceira Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), lançou a 6ª edição da Cartilha de Prevenção a Golpes, voltada a orientar a população sobre como identificar e evitar esse tipo de crime. O material faz parte de um projeto educativo que tem como objetivo fortalecer a confiança do cidadão no sistema de Justiça. Acesse aqui: https://www.tjam.jus.br/index.php/juizados/publicacoes/projetos/55251-guia-basico-do-consumidor-6-edicao-golpe-do-falso-advogado-e-falso-alvara/file.

De acordo com o magistrado responsável pela iniciativa, a nova cartilha foi motivada por “um aumento expressivo de relatos de fraudes envolvendo falsos advogados e falsos alvarás judiciais, especialmente nas redes sociais e aplicativos de mensagens”.

Ele explica que, nos últimos meses, o Judiciário tem observado “uma sofisticação crescente nas tentativas de golpe, com criminosos se passando por advogados, servidores ou até juízes, utilizando nomes reais de processos e dados públicos para conferir aparência de legitimidade às abordagens”.

O juiz Flávio ressalta que o tema foi escolhido porque esse tipo de crime atinge diretamente a confiança do cidadão no sistema de Justiça, ao explorar a boa-fé de pessoas que aguardam o recebimento de valores judiciais. Por isso, merece uma resposta preventiva e educativa por parte do Poder Judiciário.

Orientações práticas

A cartilha traz orientações simples e objetivas para que o cidadão consiga identificar situações suspeitas e se proteger de fraudes. “O Poder Judiciário não entra em contato por telefone, e-mail ou aplicativo de mensagens para informar sobre valores a receber, depósitos ou alvarás”, alerta o magistrado.

Albuquerque explica ainda que nenhum servidor ou advogado legítimo solicita pagamento prévio, taxas ou transferências bancárias para liberar valores judiciais. “Toda comunicação judicial é feita exclusivamente por meio dos canais oficiais, como Processo Judicial Eletrônico (PJe) ou o portal institucional do Tribunal”.

Sinais de alerta

Entre os principais indícios de fraude, o magistrado destaca que o contato inesperado é o primeiro sinal de alerta. “Nenhum advogado, servidor ou magistrado entra em contato direto com as partes sem agendamento prévio ou sem intermediação oficial”, explica.

Outros sinais, segundo o magistrado, são mensagens com tom de urgência ou pressão emocional. “O uso de linguagem excessivamente urgente ou emocional, como ‘você precisa agir agora para não perder o dinheiro’, é típico de estelionatários”, aponta.

Além disso, o cidadão deve desconfiar de pedidos de transferência via PIX, envio de documentos pessoais por aplicativos ou qualquer solicitação de valores sob justificativa de “taxas de liberação”.


Leia mais:

Marco Aurélio Choy oficializa candidatura para o quinto constitucional do TJAM

Quinto Constitucional: Laura Lucas diz que está na hora de uma advogada chegar ao TJAM


Autenticidade

A cartilha orienta o cidadão a verificar, nos sites oficiais da OAB, se o advogado é realmente inscrito, informando o nome ou número de registro. A consulta é simples, gratuita e evita prejuízos.

Quanto aos alvarás judiciais, o TJAM alerta que a verificação deve ser feita apenas pelos canais oficiais, como o portal www.tjam.jus.br, onde é possível conferir a autenticidade dos documentos. Nenhum alvará é enviado por e-mail, aplicativo ou mensagem particular.

Ações preventivas

Além da nova cartilha, o Judiciário atua em parceria com outras instituições para coibir golpes. O Tribunal de Justiça mantém diálogo com a OAB, compartilha informações sobre fraudes e realiza campanhas de conscientização. Também investe em segurança digital e em ações educativas nas redes sociais.

Fortalecer a cidadania

Em sua sexta edição, o projeto das cartilhas já tratou de temas como golpes digitais, fraudes contra idosos e direitos do consumidor. Idealizado pelo juiz Flávio Albuquerque, o projeto busca aproximar o cidadão do Judiciário e promover informação preventiva, fortalecendo a confiança nas instituições e a cidadania.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Com o aumento expressivo de fraudes envolvendo falsos advogados e falsos alvarás judiciais, o juiz Flávio Henrique Albuquerque de Freitas, titular do 3º Juizado da Fazenda Pública e membro da Terceira Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), lançou a 6ª edição da Cartilha de Prevenção a Golpes, voltada a orientar a população sobre como identificar e evitar esse tipo de crime. O material faz parte de um projeto educativo que tem como objetivo fortalecer a confiança do cidadão no sistema de Justiça. Acesse aqui: https://www.tjam.jus.br/index.php/juizados/publicacoes/projetos/55251-guia-basico-do-consumidor-6-edicao-golpe-do-falso-advogado-e-falso-alvara/file.

De acordo com o magistrado responsável pela iniciativa, a nova cartilha foi motivada por “um aumento expressivo de relatos de fraudes envolvendo falsos advogados e falsos alvarás judiciais, especialmente nas redes sociais e aplicativos de mensagens”.

Ele explica que, nos últimos meses, o Judiciário tem observado “uma sofisticação crescente nas tentativas de golpe, com criminosos se passando por advogados, servidores ou até juízes, utilizando nomes reais de processos e dados públicos para conferir aparência de legitimidade às abordagens”.

O juiz Flávio ressalta que o tema foi escolhido porque esse tipo de crime atinge diretamente a confiança do cidadão no sistema de Justiça, ao explorar a boa-fé de pessoas que aguardam o recebimento de valores judiciais. Por isso, merece uma resposta preventiva e educativa por parte do Poder Judiciário.

Orientações práticas

A cartilha traz orientações simples e objetivas para que o cidadão consiga identificar situações suspeitas e se proteger de fraudes. “O Poder Judiciário não entra em contato por telefone, e-mail ou aplicativo de mensagens para informar sobre valores a receber, depósitos ou alvarás”, alerta o magistrado.

Albuquerque explica ainda que nenhum servidor ou advogado legítimo solicita pagamento prévio, taxas ou transferências bancárias para liberar valores judiciais. “Toda comunicação judicial é feita exclusivamente por meio dos canais oficiais, como Processo Judicial Eletrônico (PJe) ou o portal institucional do Tribunal”.

Sinais de alerta

Entre os principais indícios de fraude, o magistrado destaca que o contato inesperado é o primeiro sinal de alerta. “Nenhum advogado, servidor ou magistrado entra em contato direto com as partes sem agendamento prévio ou sem intermediação oficial”, explica.

Outros sinais, segundo o magistrado, são mensagens com tom de urgência ou pressão emocional. “O uso de linguagem excessivamente urgente ou emocional, como ‘você precisa agir agora para não perder o dinheiro’, é típico de estelionatários”, aponta.

Além disso, o cidadão deve desconfiar de pedidos de transferência via PIX, envio de documentos pessoais por aplicativos ou qualquer solicitação de valores sob justificativa de “taxas de liberação”.


Leia mais:

Marco Aurélio Choy oficializa candidatura para o quinto constitucional do TJAM

Quinto Constitucional: Laura Lucas diz que está na hora de uma advogada chegar ao TJAM


Autenticidade

A cartilha orienta o cidadão a verificar, nos sites oficiais da OAB, se o advogado é realmente inscrito, informando o nome ou número de registro. A consulta é simples, gratuita e evita prejuízos.

Quanto aos alvarás judiciais, o TJAM alerta que a verificação deve ser feita apenas pelos canais oficiais, como o portal www.tjam.jus.br, onde é possível conferir a autenticidade dos documentos. Nenhum alvará é enviado por e-mail, aplicativo ou mensagem particular.

Ações preventivas

Além da nova cartilha, o Judiciário atua em parceria com outras instituições para coibir golpes. O Tribunal de Justiça mantém diálogo com a OAB, compartilha informações sobre fraudes e realiza campanhas de conscientização. Também investe em segurança digital e em ações educativas nas redes sociais.

Fortalecer a cidadania

Em sua sexta edição, o projeto das cartilhas já tratou de temas como golpes digitais, fraudes contra idosos e direitos do consumidor. Idealizado pelo juiz Flávio Albuquerque, o projeto busca aproximar o cidadão do Judiciário e promover informação preventiva, fortalecendo a confiança nas instituições e a cidadania.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Parintins já teve outros nomes antes de se tornar a terra dos bumbás; entenda

Antes de se tornar conhecida mundialmente pela disputa entre os bois Garantido e Caprichoso, a cidade de Parintins, na região do Baixo Amazonas, carregou...

Cheiro de café e festa junina: o bolo de macaxeira mistura memória, cultura e sabor

Quando chega o mês de junho, as mesas dos arraiais costumam ser tomadas pelo cheiro do milho cozido, da canjica, da pamonha e dos...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Parintins já teve outros nomes antes de se tornar a terra dos bumbás; entenda

Antes de se tornar conhecida mundialmente pela disputa entre os bois Garantido e Caprichoso, a cidade de Parintins, na região do Baixo Amazonas, carregou...

Cheiro de café e festa junina: o bolo de macaxeira mistura memória, cultura e sabor

Quando chega o mês de junho, as mesas dos arraiais costumam ser tomadas pelo cheiro do milho cozido, da canjica, da pamonha e dos...

Escola indígena do Amazonas está entre as finalistas de melhores escolas do mundo

A Escola Baniwa Kalipana, localizada em São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, colocou o Amazonas entre os destaques da educação mundial ao...

Festival de Parintins: veja os cuidados para proteger crianças durante a viagem

Com a chegada da 59ª edição do Festival Folclórico de Parintins, que começa nesta sexta-feira (26), a Rede Onda Digital buscou a Polícia Civil...

Conheça os jurados que vão decidir o Festival de Parintins 2026

A Comissão Julgadora do 59º Festival Folclórico de Parintins foi apresentada nessa quarta-feira (24), reunindo profissionais com experiência em música, artes cênicas, dança, audiovisual,...

Como o Festival de Parintins ajuda construir a identidade indígena amazônica

Muito além da disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, o Festival Folclórico de Parintins se consolidou como um dos principais espaços de construção...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]