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Trechos da BR-319 que caíram receberão pontes temporárias até o fim do ano, diz Dnit

Superintendente do Dnit participou de audiência pública na Aleam e falou sobre andamento de obras em pontes que caíram em 2022.

Em audiência pública realizada nesta terça-feira (13), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no estado, Luciano Moreira de Sousa Filho, disse que a BR-319 vai receber estruturas temporárias nos locais onde ela caiu, em 2022. As obras devem ocorrer até o final do ano.

Sousa Filho afirmou:

“O Dnit-AM irá aproveitar o período de vazante para construir pontes temporárias, de madeira e de estrutura metálica. Com certeza não vai resolver 100% o problema da população, mas vai melhorar em muito a travessia, que hoje é feito de balsa”.

Ele também deu prazo para as obras se iniciarem:

“O prazo é que essas pontes sejam construídas a partir de outubro, quando o contrato com a empresa responsável pela travessia esteja encerrado”.


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Sousa Filho ainda falou sobre o andamento da retirada dos escombros dos trechos das pontes que desabaram. Ele declarou:

“Em estágio, podemos afirmar que 80% dos escombros já foram retirados. O serviço para retirada é feito com auxílio de mergulhadores, e como o nível do rio está alto, fica impossível realizar essa tarefa”.

A primeira ponte desabou em 28 de setembro de 2022, no trecho sobre o rio Curuçá: a queda deixou cinco mortos e 14 feridos. Em 8 de outubro do mesmo ano, ou seja, 11 dias depois, a ponte sobre o Rio Autaz Mirim também desabou. Esse segundo acidente não fez vítimas.

Na audiência pública na Aleam, alguns parlamentares também se pronunciaram. De acordo com eles, os desabamentos das pontes estão prejudicando diretamente os moradores de cinco cidades do Amazonas: Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Nova Olinda do Norte e Manaquiri. O presidente da casa, deputado Roberto Cidade (União Brasil), disse:

“Precisamos buscar uma solução e aproximar a relação entre a Aleam e o Dnit. São mais de 120 mil amazonenses que estão sendo prejudicados. Sugiro que o Dnit-AM entregue um relatório mensal, atualizando sobre o estágio das obras. O povo do Amazonas merece”.

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Em audiência pública realizada nesta terça-feira (13), na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) no estado, Luciano Moreira de Sousa Filho, disse que a BR-319 vai receber estruturas temporárias nos locais onde ela caiu, em 2022. As obras devem ocorrer até o final do ano.

Sousa Filho afirmou:

“O Dnit-AM irá aproveitar o período de vazante para construir pontes temporárias, de madeira e de estrutura metálica. Com certeza não vai resolver 100% o problema da população, mas vai melhorar em muito a travessia, que hoje é feito de balsa”.

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“Em estágio, podemos afirmar que 80% dos escombros já foram retirados. O serviço para retirada é feito com auxílio de mergulhadores, e como o nível do rio está alto, fica impossível realizar essa tarefa”.

A primeira ponte desabou em 28 de setembro de 2022, no trecho sobre o rio Curuçá: a queda deixou cinco mortos e 14 feridos. Em 8 de outubro do mesmo ano, ou seja, 11 dias depois, a ponte sobre o Rio Autaz Mirim também desabou. Esse segundo acidente não fez vítimas.

Na audiência pública na Aleam, alguns parlamentares também se pronunciaram. De acordo com eles, os desabamentos das pontes estão prejudicando diretamente os moradores de cinco cidades do Amazonas: Autazes, Careiro Castanho, Careiro da Várzea, Nova Olinda do Norte e Manaquiri. O presidente da casa, deputado Roberto Cidade (União Brasil), disse:

“Precisamos buscar uma solução e aproximar a relação entre a Aleam e o Dnit. São mais de 120 mil amazonenses que estão sendo prejudicados. Sugiro que o Dnit-AM entregue um relatório mensal, atualizando sobre o estágio das obras. O povo do Amazonas merece”.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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