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Praga da mandioca deixa agricultores de Presidente Figueiredo em alerta

Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) intensificaram visitas a comunidades rurais do município de Presidente Figueiredo com o objetivo de orientar agricultores sobre a praga conhecida como vassoura-de-bruxa da mandioca.

O fungo já foi identificado em plantações no Amapá e no Pará e representa uma ameaça à produção de mandioca, base alimentar de diversas famílias no Amazonas.

Na comunidade Rumo Certo, onde vive há oito anos, o agricultor Pedro Pereira cultiva macaxeira e relata que não conhecia a doença até receber as orientações da equipe técnica. Diante do risco, ele afirma que os cuidados precisam ser redobrados.

“Preocupa muito, muito mesmo. Pra quem está plantando tem que tomar bastante cuidado, não trazer sementes de outros estados, para prevenir antes que chegue aqui no município”, disse.


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Conforme explicou o engenheiro agrônomo da Adaf, Acássio Eugênio, até o momento não há registros da praga em território amazonense, mas a presença do fungo em estados vizinhos acende o alerta.

“Nós temos levado informações para os agricultores, conscientizando sobre os sintomas e pedindo que, em caso de suspeita, notifiquem a Adaf. Também vamos iniciar monitoramentos nas lavouras de mandioca do estado para proteger a mandiocultura amazonense”, explicou.

Sintomas da praga da mandioca

Segundo a Adaf, os principais sinais da vassoura-de-bruxa são facilmente identificáveis, como brotações deformadas com aspecto de vassoura, grande quantidade de ramos finos e fracos, folhas amareladas que secam gradualmente e a morte da planta iniciando pela parte superior até atingir as raízes.

O engenheiro agrônomo reforça que qualquer indício da doença deve ser comunicado imediatamente ao órgão. A orientação é que agricultores evitem o transporte de manivas provenientes de estados onde a praga já foi confirmada.

A Adaf informou que segue monitorando as áreas de cultivo e reforça a importância da notificação rápida em caso de suspeita. A meta é preservar a produção de mandioca no Amazonas e garantir a segurança alimentar das famílias que dependem dessa cultura.

*Com informações do G1

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Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf) intensificaram visitas a comunidades rurais do município de Presidente Figueiredo com o objetivo de orientar agricultores sobre a praga conhecida como vassoura-de-bruxa da mandioca.

O fungo já foi identificado em plantações no Amapá e no Pará e representa uma ameaça à produção de mandioca, base alimentar de diversas famílias no Amazonas.

Na comunidade Rumo Certo, onde vive há oito anos, o agricultor Pedro Pereira cultiva macaxeira e relata que não conhecia a doença até receber as orientações da equipe técnica. Diante do risco, ele afirma que os cuidados precisam ser redobrados.

“Preocupa muito, muito mesmo. Pra quem está plantando tem que tomar bastante cuidado, não trazer sementes de outros estados, para prevenir antes que chegue aqui no município”, disse.


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“Nós temos levado informações para os agricultores, conscientizando sobre os sintomas e pedindo que, em caso de suspeita, notifiquem a Adaf. Também vamos iniciar monitoramentos nas lavouras de mandioca do estado para proteger a mandiocultura amazonense”, explicou.

Sintomas da praga da mandioca

Segundo a Adaf, os principais sinais da vassoura-de-bruxa são facilmente identificáveis, como brotações deformadas com aspecto de vassoura, grande quantidade de ramos finos e fracos, folhas amareladas que secam gradualmente e a morte da planta iniciando pela parte superior até atingir as raízes.

O engenheiro agrônomo reforça que qualquer indício da doença deve ser comunicado imediatamente ao órgão. A orientação é que agricultores evitem o transporte de manivas provenientes de estados onde a praga já foi confirmada.

A Adaf informou que segue monitorando as áreas de cultivo e reforça a importância da notificação rápida em caso de suspeita. A meta é preservar a produção de mandioca no Amazonas e garantir a segurança alimentar das famílias que dependem dessa cultura.

*Com informações do G1

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