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Aleitamento exclusivo se aproxima da meta mundial de 60% na rede pública

Dados parciais de 2026 apontam que 59% dos bebês de até seis meses acompanhados pela Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) estavam em aleitamento materno exclusivo até agosto. As informações são do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan).

Em 2025, o percentual foi de 57%, mesma proporção registrada em 2024, os maiores índices da série histórica iniciada em 2015. O levantamento considera exclusivamente crianças acompanhadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e, portanto, não representa todos os bebês brasileiros.

No aleitamento materno exclusivo, a criança recebe somente leite materno, sem água, chás, sucos, outros líquidos ou alimentos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam a prática até os seis meses de vida. Depois desse período, devem ser introduzidos alimentos complementares adequados, com a manutenção da amamentação até os dois anos ou mais.

O levantamento nacional mais recente citado pelo Ministério da Saúde é o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani-2019). Representativo da população brasileira, o estudo estimou que 45,8% das crianças menores de seis meses eram alimentadas exclusivamente com leite materno.

A meta mundial aprovada pelos países integrantes da OMS é elevar para pelo menos 60%, até 2030, a proporção de crianças menores de seis meses em aleitamento materno exclusivo.


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Apoio à amamentação nas unidades de saúde

O Ministério da Saúde destaca que a Atenção Primária desempenha papel fundamental na promoção e no apoio à amamentação. Nas UBS, as famílias podem receber orientação e acompanhamento de profissionais desde a gestação até o período posterior ao parto.

O leite materno ajuda a proteger os bebês contra diarreias, infecções respiratórias e outras doenças, além de favorecer o desenvolvimento cognitivo. Para as mulheres, a amamentação está associada à redução dos riscos de câncer de mama e de ovário, diabetes tipo 2, hipertensão e outras doenças.

Instituído pela Lei Federal nº 13.435/2017, o Agosto Dourado é dedicado à conscientização e ao incentivo ao aleitamento materno.

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Dados parciais de 2026 apontam que 59% dos bebês de até seis meses acompanhados pela Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS) estavam em aleitamento materno exclusivo até agosto. As informações são do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan).

Em 2025, o percentual foi de 57%, mesma proporção registrada em 2024, os maiores índices da série histórica iniciada em 2015. O levantamento considera exclusivamente crianças acompanhadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e, portanto, não representa todos os bebês brasileiros.

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