A União Europeia começou a barrar a entrada de carne brasileira nesta quinta-feira (3), e o governo do Brasil reagiu dizendo que pode adotar medidas de reciprocidade para responder à decisão. O país também tenta negociar uma solução para liberar novamente as exportações.
Segundo o governo brasileiro, a restrição prejudica os benefícios comerciais negociados entre o Mercosul e a União Europeia. Em nota, o ministério das Relações Exteriores e da Agricultura afirmou que o Brasil espera resolver o problema por meio de conversas técnicas e com base em critérios científicos.
“Durante as reiteradas gestões e encontros realizados no período, as autoridades brasileiras manifestaram sua indignação com a ausência de diálogo prévio à adoção de medida– o que não condiz com a profundidade da parceria estratégica entre Brasil e União Europeia –, e insistiram em solução célere da questão, mediante o aprofundamento do intercâmbio técnico e o fornecimento das informações adicionais solicitadas pela parte europeia”, diz o texto.
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A União Europeia diz que o bloqueio está relacionado às regras sobre o uso de antimicrobianos na criação de animais. O bloco não permite determinadas substâncias para estimular o crescimento e também restringe medicamentos destinados ao tratamento de seres humanos.
Apesar das negociações, a União Europeia afirma que não pretende flexibilizar suas regras sanitárias. O Brasil, por sua vez, busca reverter a decisão e preservar o acesso de sua carne ao mercado europeu.
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A União Europeia começou a barrar a entrada de carne brasileira nesta quinta-feira (3), e o governo do Brasil reagiu dizendo que pode adotar medidas de reciprocidade para responder à decisão. O país também tenta negociar uma solução para liberar novamente as exportações.
Segundo o governo brasileiro, a restrição prejudica os benefícios comerciais negociados entre o Mercosul e a União Europeia. Em nota, o ministério das Relações Exteriores e da Agricultura afirmou que o Brasil espera resolver o problema por meio de conversas técnicas e com base em critérios científicos.
“Durante as reiteradas gestões e encontros realizados no período, as autoridades brasileiras manifestaram sua indignação com a ausência de diálogo prévio à adoção de medida– o que não condiz com a profundidade da parceria estratégica entre Brasil e União Europeia –, e insistiram em solução célere da questão, mediante o aprofundamento do intercâmbio técnico e o fornecimento das informações adicionais solicitadas pela parte europeia”, diz o texto.
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Apesar das negociações, a União Europeia afirma que não pretende flexibilizar suas regras sanitárias. O Brasil, por sua vez, busca reverter a decisão e preservar o acesso de sua carne ao mercado europeu.
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