A Semavy, caneta de semaglutida da farmacêutica Mantecorp, começou a ser vendida nesta sexta-feira (4/9) nas farmácias brasileiras. O preço da caneta injetável de 1 mg será de R$ 333.
O registro foi concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 29 de julho, junto com outras quatro marcas: Zempneo, Orsema, Seemasun e Owozy.
O princípio ativo da caneta, a semaglutida, é o mesmo do medicamento Ozempic, que teve sua patente quebrada em março deste ano. A substância é usada no controle do diabetes tipo 2 e, em doses mais altas, na perda de peso.
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Anvisa aprova cinco novas canetas emagrecedoras de semaglutida
Produção sintética reduz custos
No caso da Semavy, a caneta é uma opção sintética. Ela é obtida por síntese química, técnica que monta a molécula a partir de reações em laboratório, sem depender de organismos vivos.
O resultado final tem a mesma estrutura da semaglutida original, mas o processo produtivo é mais simples de escalar. Por isso, o custo de fabricação é menor, o que também barateia o preço para o consumidor final.
A tendência é que as próximas marcas a chegar ao mercado sigam o mesmo modelo.
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A Semavy, caneta de semaglutida da farmacêutica Mantecorp, começou a ser vendida nesta sexta-feira (4/9) nas farmácias brasileiras. O preço da caneta injetável de 1 mg será de R$ 333.
O registro foi concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 29 de julho, junto com outras quatro marcas: Zempneo, Orsema, Seemasun e Owozy.
O princípio ativo da caneta, a semaglutida, é o mesmo do medicamento Ozempic, que teve sua patente quebrada em março deste ano. A substância é usada no controle do diabetes tipo 2 e, em doses mais altas, na perda de peso.
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O resultado final tem a mesma estrutura da semaglutida original, mas o processo produtivo é mais simples de escalar. Por isso, o custo de fabricação é menor, o que também barateia o preço para o consumidor final.
A tendência é que as próximas marcas a chegar ao mercado sigam o mesmo modelo.
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