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CGU cobra R$ 27,5 milhões da Fiocruz por suposto superfaturamento em obra do Covid

A Controladoria-Geral da União (CGU) determinou que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) devolva R$ 27,5 milhões aos cofres públicos por suspeita de superfaturamento na construção do Centro de Pesquisas, Inovação e Vigilância em Covid-19 (CPVICES), no Rio de Janeiro. A obra teve custo total superior a R$ 206,9 milhões.

Segundo auditoria do órgão de controle, houve irregularidades na contratação, realizada sem licitação sob justificativa de emergência durante a pandemia.

Para a CGU, não ficaram comprovados os requisitos legais para a dispensa, já que a construção começou apenas em outubro de 2021, mais de um ano após o reconhecimento oficial da emergência sanitária, em março de 2020. A análise se baseia na Lei 14.133/2021, que estabelece limites para contratações emergenciais.

O relatório também apontou falhas de planejamento, ausência de ampla concorrência, apenas um consórcio apresentou proposta, prazo reduzido para negociação (20 dias) e acréscimo de 15% no valor para acelerar a entrega em 12 meses, o que não impediu atrasos e problemas de fiscalização.


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A decisão final sobre eventual ressarcimento caberá à Procuradoria Federal junto à Fiocruz. Enquanto isso, o governo federal aguarda o desfecho jurídico.

Durante a auditoria, a instituição aplicou multas ao consórcio responsável pela obra, mas parte das penalidades foi suspensa por decisões judiciais.

Com informações do Metrópoles.

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A Controladoria-Geral da União (CGU) determinou que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) devolva R$ 27,5 milhões aos cofres públicos por suspeita de superfaturamento na construção do Centro de Pesquisas, Inovação e Vigilância em Covid-19 (CPVICES), no Rio de Janeiro. A obra teve custo total superior a R$ 206,9 milhões.

Segundo auditoria do órgão de controle, houve irregularidades na contratação, realizada sem licitação sob justificativa de emergência durante a pandemia.

Para a CGU, não ficaram comprovados os requisitos legais para a dispensa, já que a construção começou apenas em outubro de 2021, mais de um ano após o reconhecimento oficial da emergência sanitária, em março de 2020. A análise se baseia na Lei 14.133/2021, que estabelece limites para contratações emergenciais.

O relatório também apontou falhas de planejamento, ausência de ampla concorrência, apenas um consórcio apresentou proposta, prazo reduzido para negociação (20 dias) e acréscimo de 15% no valor para acelerar a entrega em 12 meses, o que não impediu atrasos e problemas de fiscalização.


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