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Governo lança plataforma que permite usuário se bloquear de sites de bets

O governo federal colocou em operação a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, sistema que permite ao usuário bloquear de uma só vez todas as contas vinculadas a sites de apostas licenciados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. O procedimento é feito pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante login com conta gov.br de nível prata ou ouro.

A medida substitui o modelo anterior, no qual cada plataforma oferecia sua própria ferramenta de bloqueio. Com o novo sistema, a autoexclusão passa a valer simultaneamente para todas as operadoras autorizadas. Ao confirmar o pedido, o cidadão tem seus cadastros ativos suspensos, fica impedido de abrir novas contas e deixa de receber publicidade direcionada. As opções individuais de cada site seguirão disponíveis.

Além do bloqueio, a plataforma reúne orientações sobre saúde mental e informações de atendimento pelo SUS. De acordo com o governo, a autoexclusão é considerada internacionalmente uma estratégia eficaz de redução de danos associados ao jogo.


Leia mais

SUS vai oferecer atendimento para usuários com compulsão em bets

Governo Federal vai impedir beneficiários do Bolsa Família de apostar em bets


O usuário pode escolher o período de afastamento, entre 1 e 12 meses, ou optar por bloqueio por tempo indeterminado. No caso dessa última opção, é possível cancelar a decisão em até 30 dias. Também é necessário informar o motivo do pedido, como decisão voluntária, dificuldades financeiras, recomendação profissional, perda de controle ou questões de saúde mental. Após revisar os dados e aceitar os termos de uso, a confirmação é emitida. As empresas têm até 72 horas para efetivar o bloqueio.

A ferramenta também pode ser usada por pessoas que nunca apostaram, permitindo impedir o uso indevido de dados pessoais por plataformas do setor.

Segundo o secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, a plataforma deve ampliar suas funcionalidades:

“Será um sistema de múltiplas atividades, e não apenas de autoexclusão. Qualquer cidadão poderá acessar informações sobre o tema e realizar o Autoteste de Saúde Mental”, afirmou.

O projeto integra as ações do Grupo de Trabalho Interministerial sobre Saúde Mental e Prevenção de Danos do Jogo Problemático, que reúne os ministérios da Fazenda, Saúde, Esporte e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. A solução foi desenvolvida pelo Serpro.

*Com informações da Agência Brasil.

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O governo federal colocou em operação a Plataforma Centralizada de Autoexclusão, sistema que permite ao usuário bloquear de uma só vez todas as contas vinculadas a sites de apostas licenciados pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. O procedimento é feito pelo endereço gov.br/autoexclusaoapostas, mediante login com conta gov.br de nível prata ou ouro.

A medida substitui o modelo anterior, no qual cada plataforma oferecia sua própria ferramenta de bloqueio. Com o novo sistema, a autoexclusão passa a valer simultaneamente para todas as operadoras autorizadas. Ao confirmar o pedido, o cidadão tem seus cadastros ativos suspensos, fica impedido de abrir novas contas e deixa de receber publicidade direcionada. As opções individuais de cada site seguirão disponíveis.

Além do bloqueio, a plataforma reúne orientações sobre saúde mental e informações de atendimento pelo SUS. De acordo com o governo, a autoexclusão é considerada internacionalmente uma estratégia eficaz de redução de danos associados ao jogo.


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A ferramenta também pode ser usada por pessoas que nunca apostaram, permitindo impedir o uso indevido de dados pessoais por plataformas do setor.

Segundo o secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, a plataforma deve ampliar suas funcionalidades:

“Será um sistema de múltiplas atividades, e não apenas de autoexclusão. Qualquer cidadão poderá acessar informações sobre o tema e realizar o Autoteste de Saúde Mental”, afirmou.

O projeto integra as ações do Grupo de Trabalho Interministerial sobre Saúde Mental e Prevenção de Danos do Jogo Problemático, que reúne os ministérios da Fazenda, Saúde, Esporte e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. A solução foi desenvolvida pelo Serpro.

*Com informações da Agência Brasil.

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