A perícia criminal do Paraná concluiu que a causa da morte do piloto Gustavo Henrique de Lara, de 27 anos, foi um choque anafilático após o contato com óleo durante uma comemoração realizada em uma escola de aviação em Ponta Grossa, no Paraná.
Segundo o laudo pericial, divulgado neste domingo (19), a reação alérgica provocou alterações no organismo que levaram à parada cardiorrespiratória. O documento foi elaborado a partir dos exames realizados pelo Instituto Médico-Legal (IML) e da análise das circunstâncias do atendimento médico.
O caso ocorreu após Gustavo realizar seu primeiro voo solo. Durante a comemoração, conhecida como banho de óleo, a substância foi derramada sobre o piloto. Depois do contato, ele passou mal, apresentou sintomas compatíveis com uma reação alérgica grave e foi encaminhado para atendimento médico.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do procedimento realizado na escola de aviação e apura a responsabilidade dos envolvidos. O instrutor que participou da aplicação do óleo foi investigado inicialmente por homicídio culposo.
A conclusão da perícia sobre a causa da morte deve integrar o inquérito policial, que ainda reúne depoimentos e outros elementos para esclarecer as condições em que ocorreu o acidente.
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A perícia criminal do Paraná concluiu que a causa da morte do piloto Gustavo Henrique de Lara, de 27 anos, foi um choque anafilático após o contato com óleo durante uma comemoração realizada em uma escola de aviação em Ponta Grossa, no Paraná.
Segundo o laudo pericial, divulgado neste domingo (19), a reação alérgica provocou alterações no organismo que levaram à parada cardiorrespiratória. O documento foi elaborado a partir dos exames realizados pelo Instituto Médico-Legal (IML) e da análise das circunstâncias do atendimento médico.
O caso ocorreu após Gustavo realizar seu primeiro voo solo. Durante a comemoração, conhecida como banho de óleo, a substância foi derramada sobre o piloto. Depois do contato, ele passou mal, apresentou sintomas compatíveis com uma reação alérgica grave e foi encaminhado para atendimento médico.
A Polícia Civil investiga as circunstâncias do procedimento realizado na escola de aviação e apura a responsabilidade dos envolvidos. O instrutor que participou da aplicação do óleo foi investigado inicialmente por homicídio culposo.
A conclusão da perícia sobre a causa da morte deve integrar o inquérito policial, que ainda reúne depoimentos e outros elementos para esclarecer as condições em que ocorreu o acidente.
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